Ao menos 44 pessoas morreram em inundações em Nova York
Chuva recorde, que levou a um aviso de emergência sem precedentes para Nova York, transformou ruas em rios e fechou os serviços de metrô
✅ Receba as notícias do Brasil 247 e da TV 247 no canal do Brasil 247 e na comunidade 247 no WhatsApp.
Sputnik - Inundações repentinas causadas pelos restos do furacão Ida mataram pelo menos 44 pessoas em quatro estados do nordeste dos EUA na noite da quinta-feira (2), incluindo alguns que morreram em porões durante o evento meteorológico, pelo qual o governo culpou a mudança climática.
Chuva recorde, que levou a um aviso de emergência sem precedentes para Nova York, transformou ruas em rios e fechou os serviços de metrô, com a água jorrando em cascata das plataformas para os trilhos.
O presidente Joe Biden declarou o estado de emergência em Nova York e Nova Jersey na quinta-feira (2). Milhares de voos foram cancelados nos aeroportos LaGuardia, JFK e Newark, onde os terminais foram inundados.
Segundo o The New York Times, comentando os resultados da "visita" do furacão Ida à costa oeste do país, os Estados Unidos aparentemente não estão prontos para o clima extremo. O jornal fala de "falta de preparação para a dura realidade". "Estes eventos nos dizem que não estamos preparados", disse Alice Hill, que supervisionou o planeamento dos riscos climáticos no Conselho de Segurança Nacional durante a administração Obama. "Construímos nossas cidades, nossas comunidades, para um clima que não existe mais".
O The Wall Street Jornal presta atenção ao anúncio do prefeito de Nova York, Bill de Blasio, que criticou a falta de rigor das previsões de meteorologistas, as quais, segundo suas palavras, previram um volume de precipitações que poderia ser controlado pelos serviços da cidade. No entanto, pelo visto, a infraestrutura "da região mais populosa" dos EUA mostrou não estar pronta para o desastre natural.
Assine o 247, apoie por Pix, inscreva-se na TV 247, no canal Cortes 247 e assista:
Comentários
Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247