Anistia Internacional: 'execuções são regressão'

"Este é um sério passo atrás em um dia muito triste. A nova administração assumiu o cargo com a promessa de fazer dos direitos humanos uma prioridade, mas a execução de seis pessoas deixa esses compromissos em papel molhado", disse o diretor de investigação da AI no Sudeste Asiático, Rupert Abbott; ele pediu ao governo indonésio para "parar com seu plano de matar mais pessoas" e lamentou que o Executivo tenha mudado de direção após os "passos positivos" dados no país nos últimos anos

"Este é um sério passo atrás em um dia muito triste. A nova administração assumiu o cargo com a promessa de fazer dos direitos humanos uma prioridade, mas a execução de seis pessoas deixa esses compromissos em papel molhado", disse o diretor de investigação da AI no Sudeste Asiático, Rupert Abbott; ele pediu ao governo indonésio para "parar com seu plano de matar mais pessoas" e lamentou que o Executivo tenha mudado de direção após os "passos positivos" dados no país nos últimos anos
"Este é um sério passo atrás em um dia muito triste. A nova administração assumiu o cargo com a promessa de fazer dos direitos humanos uma prioridade, mas a execução de seis pessoas deixa esses compromissos em papel molhado", disse o diretor de investigação da AI no Sudeste Asiático, Rupert Abbott; ele pediu ao governo indonésio para "parar com seu plano de matar mais pessoas" e lamentou que o Executivo tenha mudado de direção após os "passos positivos" dados no país nos últimos anos (Foto: Roberta Namour)


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BANGKOK (EFE) - A Anistia Internacional qualificou neste domingo uma regressão para os direitos humanos na Indonésia a execução de seis réus, cinco deles estrangeiros, as primeiras do país após a posse do novo governo.

Os condenados - o brasileiro Marco Archer, uma indonésia, um holandês, dois nigerianos e um vietnamita -, todos eles por tráfico de drogas, foram fuzilados depois da meia noite local em duas penitenciárias no centro da ilha de Java.

Seus pedidos de clemência foram rejeitados no final de ano pelo presidente indonésio, Joko Widodo, considerado por muitos ativistas como uma esperança de mudança no país, mas que optou pela linha dura com os crimes de narcotráfico.

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"Este é um sério passo atrás em um dia muito triste. A nova administração assumiu o cargo com a promessa de fazer dos direitos humanos uma prioridade, mas a execução de seis pessoas deixa esses compromissos em papel molhado", disse o diretor de investigação da AI no Sudeste Asiático, Rupert Abbott.

As execuções são as primeiras das 20 que o governo indonésio planeja realizar este ano e depois que em 2014 não foi realizada nenhuma.

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Abbott pediu ao governo indonésio para "parar com seu plano de matar mais pessoas" e lamentou que o Executivo tenha mudado de direção após os "passos positivos" dados no país nos últimos anos.

"O uso da pena de morte em casa faz com que os esforços do Governo para prevenir execuções de indonésios no exterior sejam hipócritas. A Indonésia deve impor uma moratória à pena de morte com vistas a sua abolição", acrescentou Abbott em comunicado.

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