Sanções impostas pelos EUA contra Rússia viraram 'tiro no próprio pé', diz analista

'Você não pode forçar países a rejeitarem o que consideram essencial para os seus interesses nacionais', diz William Ruger, presidente do Instituto Americano de Pesquisa Econômica

Presidentes Joe Biden (EUA) e Vladimir Putin (Rússia)
Presidentes Joe Biden (EUA) e Vladimir Putin (Rússia) (Foto: Reuters)


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Agência Sputnik - As restrições econômicas impostas pelos EUA à Rússia acabaram sendo um "tiro no próprio pé", disse à Fox News William Ruger, presidente do Instituto Americano de Pesquisa Econômica.

Segundo observa o especialista, as sanções raramente fazem com que os países contra os quais elas são direcionadas "mudem o seu comportamento".

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"Mas você não pode forçar os líderes dos países a rejeitarem o que consideram essencial para os seus interesses nacionais vitais. No caso da Rússia é a situação na Ucrânia", disse ele.

De acordo com Ruger, a situação quando, sob pressão das sanções, a Rússia aumenta os seus rendimentos da venda de recursos energéticos é um outro exemplo de "consequências não intencionais" resultantes de "ações incorretas".

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O especialista americano disse que a situação das sanções era "extremamente previsível", uma vez que os pesquisadores analisaram esta questão por décadas e descobriram que as políticas de tal pressão não maioria das vezes "não ajudam muito".

"Mais uma vez, tudo é muito previsível. E a imagem típica que vemos da atual administração [dos EUA] são decisões políticas que, ao que parece, deveriam beneficiar os contribuintes americanos ou as pessoas no estrangeiro, mas elas na realidade resultam ser um tiro no próprio pé", concluiu presidente do instituto.

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Segundo o presidente russo Vladimir Putin, tais ações do Ocidente visam piorar a vida de milhões de pessoas. A pressão sancionatória sobre Moscou já se transformou em problemas econômicos para os EUA e a Europa, causando grande aumento dos preços dos combustíveis e dos produtos alimentares.

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