Análise: EUA não devem ir mais longe no caminho errado e perigoso
Lei de Autorização de Defesa Nacional para o Ano Fiscal de 2023 assinada por Biden contém muitos conteúdos que difamam e atacam a China, afirma a mídia chinesa
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Rádio Internacional da China (CRI) - O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, assinou a Lei de Autorização de Defesa Nacional do país para o Ano Fiscal de 2023 no último sábado (24). A regra contém muitos conteúdos que difamam e atacam a China, dando um sinal errôneo às forças separatistas da “independência de Taiwan”.
A lei interfere descaradamente nos assuntos internos da China, ao afirmar que o governo dos EUA fornecerá ajuda militar de US$10 bilhões e empréstimo de US$ 2 bilhões a Taiwan em cinco anos, além de acelerar a venda de armas à região chinesa. É, sem dúvida, uma provocação ao confronto entre a parte continental e a ilha.
Os conteúdos negativos da lei estadunidense violam gravemente o princípio de Uma Só China e dos três comunicados conjuntos China-EUA e a promessa política da parte norte-americana para a China, expondo as intenções de alguns estadunidenses de usar Taiwan como ferramenta para suprimir o desenvolvimento chinês em busca dos próprios interesses.
No encontro dos chefes de Estado em Bali no mês passado, Biden reafirmou sua posição de não apoiar a independência de Taiwan e nem impedir o desenvolvimento econômico da China. Hoje, os EUA abandonam completamente seu crédito político com a conduta em sentido oposto.
A questão de Taiwan pertence aos assuntos internos da China e nenhuma força externa tem direito de interferir. As forças armadas do Teatro Leste do Exército de Libertação do Povo Chinês (ELP) realizaram neste domingo (25) patrulha e exercício de ataque de fogo ao redor da ilha, em resposta à provocação dos EUA. Queremos lembrar a parte norte-americana para não ir mais longe no caminho errado e perigoso.
Tradução: Florbela Guo
Revisão: Patrícia Comunello
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