Amorim critica eventual fechamento de embaixadas
"Os postos no exterior são essenciais, têm efeito multiplicador. Cresceu muito o volume de negócios do Brasil nos países árabes, na África. A escolha do Brasil para ser sede da Olimpíada, a eleição do Roberto Azevêdo na OMC, José Graziano na FAO. Um pouco de dinheiro isso envolve. Mas dentro do Orçamento da União é mínimo", disse o ex-chanceler Celso Amorim, ao comentar o risco de fechamento de postos diplomáticos no exterior
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247 - Em entrevista à jornalista Patrícia Campos Mello (leia aqui), o ex-chanceler Celso Amorim criticou o eventual fechamento de postos diplomáticos do Itamaraty no exterior.
"Os postos no exterior são essenciais, têm efeito multiplicador. Cresceu muito o volume de negócios do Brasil nos países árabes, na África. A escolha do Brasil para ser sede da Olimpíada, a eleição do Roberto Azevêdo na OMC, José Graziano na FAO. Um pouco de dinheiro isso envolve. Mas dentro do Orçamento da União é mínimo", disse ele.
Em março, ele lançará o livro "Teerã, Ramalá e Doha – Memórias da Política Externa Ativa e Altiva", sobre sua passagem pelo Itamaraty, quando foi chanceler do ex-presidente Lula. "Eu sentia que tinha a confiança do presidente e, se por acaso fizesse algo que não correspondia, ele diria 'ô, Celso, o que que é isso?', e a gente ia discutir e pôr tudo em pratos limpos. Ele se interessava por política externa." No primeiro governo Dilma, Amorim foi ministro da Defesa.
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