Altman: discurso de Tsipras ensina uma velha lição

"Ao contrário da tradição demagógica, que infesta também círculos de esquerda em vários cantos do mundo, [o primeiro-ministro grego, Alexis] Tsipras não edulcora o acordo que defendeu diante do Syriza e do parlamento de seu país", escreve o jornalista Breno Altman, diretor do Opera Mundi; ele lembra que Tsipras "denuncia que foi chantageado" e "esclarece que considera o pacto com a União Europeia, em boa medida, lesivo aos interesses nacionais e dos trabalhadores"; leia a íntegra

"Ao contrário da tradição demagógica, que infesta também círculos de esquerda em vários cantos do mundo, [o primeiro-ministro grego, Alexis] Tsipras não edulcora o acordo que defendeu diante do Syriza e do parlamento de seu país", escreve o jornalista Breno Altman, diretor do Opera Mundi; ele lembra que Tsipras "denuncia que foi chantageado" e "esclarece que considera o pacto com a União Europeia, em boa medida, lesivo aos interesses nacionais e dos trabalhadores"; leia a íntegra
"Ao contrário da tradição demagógica, que infesta também círculos de esquerda em vários cantos do mundo, [o primeiro-ministro grego, Alexis] Tsipras não edulcora o acordo que defendeu diante do Syriza e do parlamento de seu país", escreve o jornalista Breno Altman, diretor do Opera Mundi; ele lembra que Tsipras "denuncia que foi chantageado" e "esclarece que considera o pacto com a União Europeia, em boa medida, lesivo aos interesses nacionais e dos trabalhadores"; leia a íntegra (Foto: Aline Lima)


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247 - O acordo firmado pela Grécia com a União Europeia para salvar a situação econômica do país foi defendido pelo primeiro-ministro grego, Alexis Tsipras, junto ao seu partido, o Syriza, e ao parlamento, mas jamais edulcorado por ele, destaca Breno Altman, diretor do portal Opera Mundi e colunista do 247.

De acordo com o jornalista, para quem "chama a atenção o discurso político" de Tsipras, o premiê, ao contrário de elogiar o acordo, "denuncia que foi chantageado" e "esclarece que considera o pacto com a União Europeia, em boa medida, lesivo aos interesses nacionais e dos trabalhadores".

"Destaca claramente que a escolha é entre a rendição sob condições ou o colapso político-econômico, identificando os inimigos que combate e sua natureza. Não transforma necessidade em virtude, como se o acordo fosse algum capítulo harmônico à estratégia de desenvolvimento traçada por seu partido", escreve Altman.

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