Alemanha e Áustria pedem 5 bi de euros para atender refugiados

Países pediram neste sábado um pacote imediato de ajuda humanitária, no valor de 5 bilhões de euros, para melhorar a situação nos campos de refugiados no Oriente Médio; chanceler austríaco, Werner Faymann, e o vice-chanceler alemão, Sigmar Gabriel, disseram, depois de uma reunião em Viena, que esse dinheiro deveria vir da União Europeia, dos Estados Unidos e dos países ricos do Golfo Pérsico; "Devemos ajudar os países onde a miséria é tão grande que as pessoas decidem sair. Se as pessoas não têm o que comer e beber, que mais podem fazer que não seja fugir?", disse Sigmar Gabriel

Países pediram neste sábado um pacote imediato de ajuda humanitária, no valor de 5 bilhões de euros, para melhorar a situação nos campos de refugiados no Oriente Médio; chanceler austríaco, Werner Faymann, e o vice-chanceler alemão, Sigmar Gabriel, disseram, depois de uma reunião em Viena, que esse dinheiro deveria vir da União Europeia, dos Estados Unidos e dos países ricos do Golfo Pérsico; "Devemos ajudar os países onde a miséria é tão grande que as pessoas decidem sair. Se as pessoas não têm o que comer e beber, que mais podem fazer que não seja fugir?", disse Sigmar Gabriel
Países pediram neste sábado um pacote imediato de ajuda humanitária, no valor de 5 bilhões de euros, para melhorar a situação nos campos de refugiados no Oriente Médio; chanceler austríaco, Werner Faymann, e o vice-chanceler alemão, Sigmar Gabriel, disseram, depois de uma reunião em Viena, que esse dinheiro deveria vir da União Europeia, dos Estados Unidos e dos países ricos do Golfo Pérsico; "Devemos ajudar os países onde a miséria é tão grande que as pessoas decidem sair. Se as pessoas não têm o que comer e beber, que mais podem fazer que não seja fugir?", disse Sigmar Gabriel (Foto: José Barbacena)


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Agência Brasil - A Alemanha e a Áustria pediram neste sábado (19) um pacote imediato de ajuda humanitária, no valor de 5 bilhões de euros, para melhorar a situação nos campos de refugiados no Oriente Médio.

O chanceler austríaco, Werner Faymann, e o vice-chanceler alemão, Sigmar Gabriel, disseram, depois de uma reunião em Viena, que esse dinheiro deveria vir da União Europeia, dos Estados Unidos e dos países ricos do Golfo Pérsico.

"Devemos ajudar os países onde a miséria é tão grande que as pessoas decidem sair. Se as pessoas não têm o que comer e beber, que mais podem fazer que não seja fugir?", disse Sigmar Gabriel, em entrevista.

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Os países vizinhos da Síria, sobretudo a Turquia, o Líbano e a Jordânia, onde a guerra civil se prolonga há cinco anos, acolheram milhões de sírios.

O vice-chanceler alemão afirmou que a União Europeia, os Estados Unidos e os países árabes deveriam dar mais ajuda e lembrou que o programa de alimentação da Organização das Nações Unidas teve de reduzir a ajuda mensal aos refugiados de US$ 27 para US$ 13 por falta de fundos.

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Werner Faymann, por sua vez, criticou os muros que a Hungria está construindo nas fronteiras com a Sérvia, Croácia e Romênia.

"Um país pode construir um muro e tentar entregar as tarefas humanitárias aos seus vizinhos", afirmou o austríaco, defendendo que, para alguns problemas do mundo, não bastam as soluções nacionais. Ele apelou à solidariedade internacional para encontrar uma solução.

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