Alemanha diz que instalações de energia estão com estoque insuficiente e que recursos podem faltar

Chefe da Bundesnetzagentur disse que os atuais níveis de armazenamento de gás "não são bons o suficiente", apesar de serem mais altos em comparação com os anos anteriores

(Foto: REUTERS/Hannibal Hanschke)


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Sputnik - A Alemanha pode enfrentar escassez de gás no caso de uma diminuição no fornecimento de gás ou uma proibição total das importações da Rússia, uma vez que as instalações de armazenamento do país ainda estão insuficientemente abastecidas, declarou Klaus Muller, chefe da Agência Federal de Redes Alemãs (Bundesnetzagentur) nesta sexta-feira (27).

Muller disse à rádio alemã Deutschlandfunk que os atuais níveis de armazenamento de gás "não são bons o suficiente", apesar de serem mais altos em comparação com os anos anteriores.

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Ele também chamou a decisão da Alemanha de adquirir dois terminais flutuantes de gás natural liquefeito (GNL) como uma boa solução provisória, acrescentando que é necessário garantir a segurança energética no momento, desconsiderando que o GNL é menos ecológico.

"Nesse sentido, sempre é preciso escolher o menor dos dois males", disse Muller.

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De acordo com o relatório diário da agência, as instalações alemãs de armazenamento de gás estavam 46,4% cheias em 27 de maio. Berlim pretende elevar os níveis de armazenamento de gás para 80% até outubro e 100% até novembro.

Os países europeus já lançaram cinco pacotes de sanções contra Moscou por sua operação militar especial na Ucrânia, lançada em 24 de fevereiro.

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A União Europeia está considerando o sexto pacote, que prevê um embargo às importações de petróleo da Rússia.

Vários países europeus, incluindo a Hungria, continuam a bloquear a adoção dessas restrições devido a preocupações com um impacto negativo em suas economias e segurança energética.

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Em 18 de maio, a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, apresentou a chamada iniciativa REPowerEU, o plano do bloco para eliminar gradualmente os recursos energéticos russos, que prevê a importação de gás de outros países e aumentar a participação do bloco nas energias renováveis.

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