Alberto Fernández viaja à China em fevereiro, onde pode assinar adesão à Nova Rota da Seda
A Nova Rota está se consolidando como a estratégia mais concreta de intercâmbio comercial e construção de infraestrutura global
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Por Sebastián Schulz no Página 12 - O governo argentino afirmou em diversas ocasiões que assim que o presidente Alberto Fernández viajar à China, assinará o acordo de adesão à Nova Rota da Seda, o que fará da Argentina o vigésimo país da região latino-americana a aderir ao projeto (seria o vigésimo primeiro caso a Nicarágua, que acaba de romper relações diplomáticas com Taiwan e reconheceu a República Popular, aderir ao BRI nos próximos dias).
A Belt and Road Initiative (BRI, também chamada de New Silk Road) está se consolidando como a estratégia mais concreta de intercâmbio comercial e construção de infraestrutura global. O BRI foi apresentado em 2013 pelo presidente chinês Xi Jinping, como uma proposta para promover corredores econômicos, políticos e sociais entre diferentes países.
Os princípios orientadores da Belt and Road Initiative são sobre a construção de uma arquitetura que garanta um comércio mais suave e uma cooperação mutuamente benéfica. Inclui contratos de financiamento para construção de ferrovias, rodovias, portos, aeroportos, desenvolvimento de energias alternativas.
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