Airbus quer que Alemanha abra mercado de trabalho para refugiados

O presidente da Airbus, maior grupo aeroespacial da Europa, Tom Enders, defendeu a desregulamentação do mercado de trabalho da Alemanha visando a criação de empregos com remuneração menor para ajudar os refugiados a se integrarem melhor na sociedade; somente a Alemanha deverá receber 800 mil imigrantes neste ano, quase 1% da população, muitos fugindo de conflitos na Síria e em outros países

O presidente da Airbus, maior grupo aeroespacial da Europa, Tom Enders, defendeu a desregulamentação do mercado de trabalho da Alemanha visando a criação de empregos com remuneração menor para ajudar os refugiados a se integrarem melhor na sociedade; somente a Alemanha deverá receber 800 mil imigrantes neste ano, quase 1% da população, muitos fugindo de conflitos na Síria e em outros países
O presidente da Airbus, maior grupo aeroespacial da Europa, Tom Enders, defendeu a desregulamentação do mercado de trabalho da Alemanha visando a criação de empregos com remuneração menor para ajudar os refugiados a se integrarem melhor na sociedade; somente a Alemanha deverá receber 800 mil imigrantes neste ano, quase 1% da população, muitos fugindo de conflitos na Síria e em outros países (Foto: Paulo Emílio)


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Reuters - A Alemanha deve desregulamentar o seu mercado de trabalho e criar empregos com remuneração menor para ajudar os refugiados a encontrar trabalho e se integrar melhor na sociedade, afirmou neste domingo o presidente-executivo da Airbus, o maior grupo aeroespacial da Europa.

A Alemanha espera que pelo menos 800.000 imigrantes cheguem ao país neste ano, quase 1 por cento da população, muitos deles fugindo de conflitos na Síria e em outros lugares. Políticos e economistas têm alertado que o fluxo de imigrantes vai elevar o desemprego na maior economia da Europa.

"Precisamos ter a coragem de desregulamentar da maneira que até agora nós conhecemos nos Estados Unidos", escreveu o alemão Tom Enders ao jornal Sueddeutsche.

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"Isso parece difícil de imaginar. Mas lá, você vê uma integração bem-sucedida dos imigrantes que estão autorizados a trabalhar logo depois que chegam", afirmou.

A Alemanha deve fazer exceções para o salário mínimo e oferecer mais flexibilidade com contratos de curto prazo, disse.

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"Se o limite para a entrada no mercado de trabalho é muito alto, a integração dos imigrantes na sociedade irá falhar", escreveu Enders.

Alguns economistas têm argumentado que o fluxo de imigrantes poderia oferecer mão de obra qualificada, especialmente em algumas áreas onde há falta, como engenharia, e impulsionar o crescimento econômico.

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