Agressor do Louvre gritou “Allahu Akbar”, diz polícia de Paris
Um homem que atacou um soldado nesta sexta-feira no museu do Louvre, em Paris, gritou "Allahu Akbar", "Deus é grande", em árabe, e a polícia acredita que ele queria realizar um ataque terrorista, disse o chefe da força policial da capital francesa, Michel Cadot; "Estamos lidando com um ataque de um indivíduo que era claramente agressivo e representava uma ameaça direta, e cujos comentários nos levam a pensar que ele gostaria de ter realizado um incidente terrorista", disse Cadot a repórteres
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PARIS (Reuters) - Um homem que atacou um soldado nesta sexta-feira no museu do Louvre, em Paris, gritou "Allahu Akbar", e a polícia acredita que ele queria realizar um ataque terrorista, disse o chefe da força policial da capital francesa, Michel Cadot.
"Estamos lidando com um ataque de um indivíduo que era claramente agressivo e representava uma ameaça direta, e cujos comentários nos levam a pensar que ele gostaria de ter realizado um incidente terrorista", disse Cadot a repórteres.
"Também havia um segundo indivíduo que estava com comportamento suspeito, e também foi detido, mas por ora não aparenta haver uma ligação entre este indivíduo e o ataque", acrescentou Cadot.
O chefe de polícia disse que o soldado que foi atacado sofreu ferimentos leves, e que outros soldados atiraram cinco vezes contra o agressor, ferindo-o.
Ele acrescentou que não foram encontrados explosivos na bolsa do agressor no Louvre.
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