África não deve ser palco de competição entre potências, diz chanceler chinês

Qin Gang, o novo chefe da chancelaria chinesa, está em Adis Abeba

(Foto: Xinhua)


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247 - A África não deve ser uma arena para a competição entre potências mundiais, disse o ministro das Relações Exteriores da China, Qin Gang, nesta quarta-feira (11), ao abrir uma nova sede para um órgão de saúde pan-africano no início de sua turnê de cinco países pelo continente. 

"A África deve ser um grande palco para a cooperação internacional, não uma arena para a competição de grandes países", disse Qin em entrevista coletiva com o presidente da Comissão da UA, Moussa Faki Mahamat.

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Faki disse que a China esteve lado a lado com a África na sua luta pela independência e libertação nacional, e a China também esteve com a África nos seus esforços para acelerar o desenvolvimento e revitalização e aumentar a sua participação nos assuntos internacionais.

Ele disse ainda que a África valoriza o forte apoio da China à integração africana, conectividade e desenvolvimento da área de livre comércio, e espera trabalhar com a China para construir uma comunidade África-China com um futuro compartilhado na nova era.

Qin visitou as instalações da União Africana em Adis Abeba, incluindo a nova sede dos Centros Africanos de Controle e Prevenção de Doenças. A China financiou a construção do complexo, como já havia feito para a própria sede da UA, também na capital etíope. 

O chanceler se reuniu na terça-feira (10) com o primeiro-ministro etíope Abiy Ahmed e outros funcionários do governo e anunciou um cancelamento parcial da dívida da Etiópia com a China durante a visita, embora nenhum dos lados tenha fornecido detalhes. A Etiópia pegou emprestado US$ 13,7 bilhões da China desde 2000 e busca reestruturar sua dívida com credores estrangeiros desde 2021.

Qin também visitará o Egito, Angola, Benin e Gabão na próxima semana. (Com Reuters e Xinhua). 

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