Administração Biden promoveu 'vasta censura' em redes sociais, revela investigação

A administração do presidente dos EUA, Joe Biden, se engajou na censura e na regulação de redes sociais, revela investigação dos procuradores-gerais de Louisiana e do Missouri

Presidente dos EUA, Joe Biden, discursa durante evento sobre segurança em Wilkes Barre, na Pensilvânia 30/08/2022
Presidente dos EUA, Joe Biden, discursa durante evento sobre segurança em Wilkes Barre, na Pensilvânia 30/08/2022 (Foto: REUTERS/Kevin Lamarque)


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Sputnik - A administração do presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, se engajou na censura e na regulação de redes sociais, revela investigação dos procuradores-gerais de Louisiana e do Missouri, Jeff Landry e Eric Schmitt, respectivamente.

"As comunicações apresentadas mostram um vasto 'empreendimento de censura' entre várias agências federais. Foram identificados 45 funcionários federais que se comunicaram com plataformas de mídia social sobre 'informações incorretas' e censura", diz o comunicado conjunto das autoridades.

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De acordo com o documento, a Casa Branca, o FBI, o Departamento de Segurança Interna, o Departamento de Saúde e Serviços Humanos, a Agência de Segurança Cibernética e Infraestrutura (CISA), os Centros de Controle e Prevenção de Doenças, o Departamento do Tesouro, a Comissão Eleitoral Federal e o Departamento do Censo dos Estados Unidos interagiram regularmente com lideranças das maiores plataformas de mídias sociais, incluindo a Meta (empresa extremista banida no território da Rússia) e o Twitter.

Os promotores também denunciam que o Departamento de Justiça se recusou a fornecer todas as informações sobre a interação de altos funcionários federais com os donos das redes sociais, limitando-se às comunicações individuais.

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"O procurador-geral de Louisiana, Jeff Landry, e o procurador-geral do Missouri, Eric Schmitt, entraram com uma petição conjunta no tribunal federal exigindo que o Departamento de Justiça entregue as comunicações entre altos funcionários do governo Biden, da Casa Branca, do Departamento de Estado, do FBI e de outras entidades com grandes mídias sociais", afirmaram no comunicado.

De acordo com um dos materiais da investigação, datado de julho de 2021, um representante do Facebook (plataforma pertencente à empresa extremista Meta, banida no território da Rússia) aponta diretamente o fato de ter se reunido com funcionários da Casa Branca para discutir questões de combate a "informações incorretas": "Nossas equipes se reuniram hoje para entender melhor a lista do que se espera de nós, a Casa Branca, em relação à desinformação."

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Outras mensagens publicadas incluem comunicações sobre a disseminação de informações sobre o coronavírus.

As plataformas de redes sociais norte-americanas têm sido criticadas por censurar e restringir a liberdade de divulgação de informações, de acordo com interesses de autoridades do país.

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Um dos exemplos mais recentes foi o reconhecimento do dono da Meta (empresa extremista banida no território da Rússia), Mark Zuckerberg, que anunciou os pedidos do FBI antes da eleição presidencial de 2020 para conter a divulgação nas plataformas sob seu controle de conteúdos relacionados a Hunter Biden, filho do presidente Biden.

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