Acusada de racismo, Tesla terá que pagar US$ 137 milhões a ex-funcionário

Segundo relatos do funcionário, os negros da fábrica eram constantemente difamados e recebiam apelidos racistas. O trabalhador contou que mesmo fazendo queixas à administração, a empresa não intervia para pôr fim aos ataques racistas



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247 - A Justiça da Califórnia condenou a fabricante de carros elétricos Tesla a pagar uma indenização de US$ 137 milhões (R$ 748 milhões) a um ex-funcionário negro, por ter negligenciado casos de de racismo que ocorriam em uma de suas fábricas.

Conforme documentos judiciais, o ex-funcionário Owen Díaz trabalhou por mais de um ano (entre junho de 2015 e julho de 2016) na fábrica de Fremont, Califórnia, em um ambiente hostil onde diariamente sofria com insultos racistas de seus superiores. Informou o jornal Folha de S. Paulo. 

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Segundo relatos de Díaz durante o julgamento, os negros da fábrica eram constantemente difamados e recebiam apelidos racistas. O trabalhador contou que mesmo fazendo queixas à administração, a empresa não intervia para pôr fim aos ataques racistas. 

A "imagem progressista da Tesla era uma fachada para ocultar o tratamento degradante para com seus funcionários afro-americanos", diz o processo.

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A defesa de Díaz disse que o caso servirá de exemplo no mundo corporativo. 

"Concederam uma soma que pode chamar a atenção das empresas americanas", comentou Larry Organ, advogado de Díaz. "Não participem de condutas racistas e não permitam que estas continuem”, completou.

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