À ONU, EUA acusam Rússia de ter lista de ucranianos a serem 'mortos ou enviados a campos de detenção'

Estados Unidos afirmam que a Rússia perseguirá dissidentes, jornalistas, religiosos e membros da comunidade LGBTQ+ que vivem na Ucrânia

Presidentes Vladimir Putin (Rússia) e Joe Biden (EUA)
Presidentes Vladimir Putin (Rússia) e Joe Biden (EUA) (Foto: Reuters)


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247 - Os Estados Unidos enviaram carta à chefe de direitos humanos da Organização das Nações Unidas (ONU) em Genebra, Michelle Bachelet, dizendo, segundo o The New York Times, terem "informações confiáveis" de que a Rússia tem uma lista de cidadãos ucranianos a serem mortos ou enviados a campos de detenção.

Na carta, os norte-americanos afirmam que russos planejam realizar violações generalizadas dos direitos humanos, que no passado incluíram tortura e sequestro de civis.

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Os alvos seriam opositores dos russos, incluindo dissidentes da Rússia e da Bielorrússia que vivem na Ucrânia. Jornalistas, ativistas anticorrupção e personalidades religiosas e da comunidade LGBTQ+ também seriam caçados. 

“Também temos informações confiáveis de que as forças russas provavelmente usarão medidas letais para dispersar protestos pacíficos ou reprimir exercícios pacíficos de resistência por parte de populações civis”, diz a carta, assinada por Bathsheba Nell Crocker, embaixadora dos EUA nas Nações Unidas em Genebra.

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Porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov garantiu nesta segunda-feira (21) que a lista citada pelos EUA não existe.

Na quinta-feira (17), o secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, afirmou ao Conselho de Segurança das Nações Unidas que "a Rússia terá como alvo grupos específicos de ucranianos", destaca a carta.

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