23 países da UE concordam em criar aliança militar

Vinte e três dos 28 países membros da União Européia (UE) concordaram em expandir significativamente sua cooperação militar; ministros das Relações Exteriores e da Defesa do bloco assinaram um documento em Bruxelas que deveria lançar as bases para uma futura união de defesa europeia; "É importante para nós assumir uma posição independente, [principalmente] após a eleição do presidente dos EUA (Donald Trump). Assim, se houver uma crise no nosso bairro, devemos ser capazes de agir", disse a ministra da Defesa alemã, Ursula van der Leyen

Vinte e três dos 28 países membros da União Européia (UE) concordaram em expandir significativamente sua cooperação militar; ministros das Relações Exteriores e da Defesa do bloco assinaram um documento em Bruxelas que deveria lançar as bases para uma futura união de defesa europeia; "É importante para nós assumir uma posição independente, [principalmente] após a eleição do presidente dos EUA (Donald Trump). Assim, se houver uma crise no nosso bairro, devemos ser capazes de agir", disse a ministra da Defesa alemã, Ursula van der Leyen
Vinte e três dos 28 países membros da União Européia (UE) concordaram em expandir significativamente sua cooperação militar; ministros das Relações Exteriores e da Defesa do bloco assinaram um documento em Bruxelas que deveria lançar as bases para uma futura união de defesa europeia; "É importante para nós assumir uma posição independente, [principalmente] após a eleição do presidente dos EUA (Donald Trump). Assim, se houver uma crise no nosso bairro, devemos ser capazes de agir", disse a ministra da Defesa alemã, Ursula van der Leyen (Foto: Paulo Emílio)


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Agência Brasil - Vinte e três dos 28 países membros da União Européia (UE) concordaram hoje (13) em expandir significativamente sua cooperação militar. Os ministros das Relações Exteriores e da Defesa do bloco assinaram um documento em Bruxelas que deveria lançar as bases para uma futura união de defesa europeia. A informação é da agência alemã DPA.

Segundo os líderes, a decisão de criar uma união de defesa europeia visa tornar a UE menos dependente dos Estados Unidos e fortalecer a cooperação entre parceiros europeus em projetos militares.

"É importante para nós assumir uma posição independente, [principalmente] após a eleição do presidente dos EUA (Donald Trump). Assim, se houver uma crise no nosso bairro, devemos ser capazes de agir", disse a ministra da Defesa alemã, Ursula van der Leyen.

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O ministro alemão dos Negócios Estrangeiros, Sigmar Gabriel, falou da união como um "marco no desenvolvimento europeu". A cooperação projetada é "um grande passo em direção à independência e ao fortalecimento da política de segurança e defesa da UE", ressaltou.

Projetos militares conjuntos

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Com a assinatura do documento, os 23 países europeus também se comprometeram a respeitar 20 condições específicas para a sua participação na futura união de defesa, incluindo um aumento periódico das despesas militares, a participação em projetos militares conjuntos e o contributo dos soldados para a forças de reação rápida da UE.

Esses últimos grupos foram criados em 2007, com o nome de Combat Groups (Grupos de Combte), mas até agora eles nunca entraram em ação.

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Entre os países que não participarão do novo projeto de cooperação militar estão o Reino Unido e a Dinamarca. O Reino Unido porque pretende deixar a UE em 2019 e a Dinamarca não participa na política europeia comum de segurança e defesa. Os restantes três parceiros da UE que não assinaram - Irlanda, Malta e Portugal - ainda não decidiram se participarão ou não da união militar.

Oficialmente, o novo projeto, chamado "cooperação permanente estruturada", está programado para começar em dezembro. Provavelmente, os primeiros projetos concretos a serem executados referem-se à criação de um comando sanitário europeu e centros de conexão logística para o transporte de tropas e equipamentos.

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