'Wagner pode ser solução Palocci para a Fazenda'

Segundo o colunista Kennedy Alencar, cresce no Planalto a tese de que o ministro-chefe da Casa Civil, Jaques Wagner, pode ocupar a vaga de Joaquim Levy no Ministério da Fazenda, numa engenharia política que está sendo chamada de "solução Palocci"; para o lugar de Wagner, seria deslocada a presidente da Caixa, Miriam Belchior; "Com trânsito no empresariado e no Congresso, Jaques Wagner poderia comandar um plano fiscal de longo prazo e uma série de propostas de reformas legislativas, como a da Previdência", afirma o jornalista

Segundo o colunista Kennedy Alencar, cresce no Planalto a tese de que o ministro-chefe da Casa Civil, Jaques Wagner, pode ocupar a vaga de Joaquim Levy no Ministério da Fazenda, numa engenharia política que está sendo chamada de "solução Palocci"; para o lugar de Wagner, seria deslocada a presidente da Caixa, Miriam Belchior; "Com trânsito no empresariado e no Congresso, Jaques Wagner poderia comandar um plano fiscal de longo prazo e uma série de propostas de reformas legislativas, como a da Previdência", afirma o jornalista
Segundo o colunista Kennedy Alencar, cresce no Planalto a tese de que o ministro-chefe da Casa Civil, Jaques Wagner, pode ocupar a vaga de Joaquim Levy no Ministério da Fazenda, numa engenharia política que está sendo chamada de "solução Palocci"; para o lugar de Wagner, seria deslocada a presidente da Caixa, Miriam Belchior; "Com trânsito no empresariado e no Congresso, Jaques Wagner poderia comandar um plano fiscal de longo prazo e uma série de propostas de reformas legislativas, como a da Previdência", afirma o jornalista (Foto: Aquiles Lins)


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247 - O colunista Kennedy Alencar afirmou nesta sexta-feira, 18, que o ministro-chefe da Casa Civil, Jaques Wagner, pode ser a solução da presidente Dilma Rousseff para a vaga de Joaquim Levy no Ministério da Fazenda, numa engenharia política que está sendo chamada de "solução Palocci". Segundo Kennedy, para o lugar de Wagner, seria deslocada a presidente da Caixa Econômica Federal, Miriam Belchior.

"No atual governo, Jaques Wagner tem perfil semelhante ao de Palocci. Com trânsito no empresariado e no Congresso, Jaques Wagner poderia comandar um plano fiscal de longo prazo e uma série de propostas de reformas legislativas, como a da Previdência. A escolha de Jaques Wagner não pareceria um abdicação de poder de Dilma, como soaria no caso de Meirelles ou [Marcos] Lisboa. Levaria o ministro mais forte do governo para a área que demanda a principal solução. Com Miriam Belchior na Casa Civil, a pasta teria caráter mais administrativo", afirma Kennedy.

"O ex-presidente Lula continua achando que a melhor opção seria o ex-presidente do Banco Central Henrique Meirelles. Economistas do PT tentam vetar nomes mais liberais, como Marcos Lisboa, e defendem o "desenvolvimentista" Nelson Barbosa. Dilma disse em reunião reservada ontem que ainda não tinha escolhido o sucessor de Levy. Havia uma especulação sobre colocar Tombini na Fazenda, mas reforçando oficialmente o poder de Barbosa. Tombini, que nunca disse não a Dilma, lida com uma inflação de 10% ao ano e juros na Lua", afirma.

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Leia na íntegra o comentário de Kennedy Alencar. 

 

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