Veja fez propaganda eleitoral em Congonhas

Impedida por decisão do ministro Admar Gonzaga de propagandear sua edição desta semana, em que a presidente Dilma Rousseff é acusada sem provas, Veja publicou peças publicitárias no aeroporto de Congonhas (SP) no sábado; imagem foi captada pelo jornalista Mauricio Savarese



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247 - O jornalista Maurício Savarese obteve, neste fim de semana, uma imagem que pode configurar crime eleitoral cometido pela revista Veja. Impedida, por decisão do ministro Admar Gonzaga, do TSE, de propagandear sua edição deste fim de semana, a revista manteve peças publicitárias no aeroporto de Congonhas (SP).

"Propaganda giratória da capa da ultima Veja, na saída da esteira do aeroporto de Congonhas. E eu achando que o período de propaganda eleitoral tinha acabado", disse o jornalista, ao postar a imagem no Facebook, na manhã deste sábado.

Ao proibir propaganda da edição, o ministro Admar Gonzaga afirmou o seguinte: “Tendo em vista que a representada antecipou em dois dias a publicidade da revista, entendo que a propagação da capa, ou do conteúdo em análise, poderá transformar a veiculação em verdadeiro panfletário de campanha, o que, a toda evidência, desborda do direito/dever de informação e da liberdade de expressão”, afirmou Gonzaga.

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Leia, abaixo, o direito de resposta de Veja em favor do PT, também descumprido por Veja:

VEJA veicula a resposta conferida à Dilma Rousseff, para o fim de serem reparadas as informações publicadas na edição nº 2397 - ano 47 - nº 44 - de 29 de outubro de 2014.

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A democracia brasileira assiste, mais uma vez, a setores que, às vésperas da manifestação da vontade soberana das urnas, tentam influenciar o processo eleitoral por meio de denúncias vazias, que não encontram qualquer respaldo na realidade, em desfavor do PT e de sua candidata.

A Coligação "Com a Força do Povo" vem a público condenar essa atitude e reiterar que o texto repete o método adotado no primeiro turno, igualmente condenado pelos sete ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), por terem sido apresentadas acusações sem provas.

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A publicação faz referência a um suposto depoimento de Alberto Youssef, no âmbito de um processo de delação premiada ainda em negociação, para tentar implicar a Presidenta Dilma Rousseff e o ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva em ilicitudes. Ocorre que o próprio advogado do investigado, Antônio Figueiredo Basto, rechaça a veracidade desse relato, uma vez que todos os depoimentos prestados por Yousseff foram acompanhados por Basto e/ou por sua equipe, que jamais presenciaram conversas com esse teor.

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