Urnas surpreendem PSL, Bolsonaro e partidos aliados
O salto de uma para 52 cadeiras na câmara dos deputados, que transforma o PSL e u dos maiores partidos do país, surpreendeu a todos, até ao próprio PSL; segundo relata a jornalista Mônica Bergamo no jornal Folha de S. Paulo, as previsões mais otimistas do partido eram eleger de 30 a 40 deputados; o agora senador pelo PSD do Rio de Janeiro, Arolde de Oliveira, também surpreso, disse que sua vitória foi a "vontade de Deus"
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247 - O salto de uma para 52 cadeiras na câmara dos deputados, que transforma o PSL e u dos maiores partidos do país, surpreendeu a todos, até ao próprio PSL. Segundo relata a jornalista Mônica Bergamo no jornal Folha de S. Paulo, as previsões mais otimistas do partido erem eleger de 30 a 40 deputados. O agora senador pelo PSD do Rio de Janeiro, Arolde de Oliveira, também surpreso, disse que sua vitória foi a "vontade de Deus".
Para nós, que somos crentes, Deus quis", disse Arolde à coluna da jornalista. "Era algo imprevisível porque eu fiz uma estratégia que poderia dar errado. Mas ninguém entra numa campanha para perder", complementou o senador.
Ele ainda explica que seu partido, o PSD, fez aliança com Geraldo Alckmin (PSDB-SP). Mas, no Rio, não deu palanque ao tucano. Em troca, diz a coluna da jornalista, "a família de Bolsonaro o apoiou, colocando seu nome em todos os santinhos do candidato distribuídos aos eleitores".
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