Um crime abjeto: mãe usa filho de 5 anos no Youtube para atacar Lula

Num vídeo postado no YouTube, uma mãe estimula o filho de apenas cinco anos a transmitir a seguinte mensagem: Lula cortou seu dedo mindinho quando era operário para assim conseguir roubar o povo brasileiro; no vídeo, sob o olhar carinhoso da mãe, ele liga para a polícia e prende o ex-presidente; postura abjeta dos pais desse menino, que usam o filho para propagandear sua própria intolerância, viola o estatuto da criança e do adolescente; "Nenhuma criança ou adolescente será objeto de qualquer forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão, punido na forma da lei qualquer atentado, por ação ou omissão, aos seus direitos fundamentais", diz o artigo quinto

Num vídeo postado no YouTube, uma mãe estimula o filho de apenas cinco anos a transmitir a seguinte mensagem: Lula cortou seu dedo mindinho quando era operário para assim conseguir roubar o povo brasileiro; no vídeo, sob o olhar carinhoso da mãe, ele liga para a polícia e prende o ex-presidente; postura abjeta dos pais desse menino, que usam o filho para propagandear sua própria intolerância, viola o estatuto da criança e do adolescente; "Nenhuma criança ou adolescente será objeto de qualquer forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão, punido na forma da lei qualquer atentado, por ação ou omissão, aos seus direitos fundamentais", diz o artigo quinto
Num vídeo postado no YouTube, uma mãe estimula o filho de apenas cinco anos a transmitir a seguinte mensagem: Lula cortou seu dedo mindinho quando era operário para assim conseguir roubar o povo brasileiro; no vídeo, sob o olhar carinhoso da mãe, ele liga para a polícia e prende o ex-presidente; postura abjeta dos pais desse menino, que usam o filho para propagandear sua própria intolerância, viola o estatuto da criança e do adolescente; "Nenhuma criança ou adolescente será objeto de qualquer forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão, punido na forma da lei qualquer atentado, por ação ou omissão, aos seus direitos fundamentais", diz o artigo quinto (Foto: Leonardo Attuch)


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247 - Um vídeo abjeto foi postado no Youtube. A vítima é o menino João Hélio, de apenas cinco anos, que teve sua imagem exposta pela própria mãe. Nas cenas, ele é estimulado por ela a dizer que o ex-presidente Lula cortou o dedo mindinho, quando operário, para assim poder roubar o povo brasileiro.

Segundo o Estatuto da Criança e do Adolescente, a atitude da mãe configura um crime. Diz o artigo quinto do ECA que "nenhuma criança ou adolescente será objeto de qualquer forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão, punido na forma da lei qualquer atentado, por ação ou omissão, aos seus direitos fundamentais".

Nas imagens, João Hélio é usado e explorado pela mãe para vocalizar uma intolerância política que é dela – e não dele. Afinal, com cinco anos de idade, uma criança ainda é considerada incapaz.

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Assista, abaixo, o vídeo:

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Leia, ainda, trecho de artigo de Kiko Nogueira, diretor-adjunto do DCM:

Está-se criando uma nova geração alimentada por uma dieta retórica que inclui a calúnia, o enxovalhamento, a demonização e a intolerância.

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A mãe acha feio o moleque mandar alguém tomar no cu — a não ser que seja aquela velha nojenta que aparece na televisão ou o barbudo safado. Nesse caso, vamos rir todos juntos. Hahahahaha. Você não precisa ser um pedagogo para saber que isso não é lá muito saudável.

A doutrinação não é apenas tolerada, mas estimulada. Ninguém deve se surpreender se, daqui a pouco, aparecer um boneco do dinossauro Barney dizendo “Vamos matar petralhas” se você apertar sua barriga.

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Leia, aqui, a íntegra do artigo de Kiko Nogueira.

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