Trevisan: como em 2013, portas abertas para fascistas
"Um ponto nos aproximamos, novamente, de 2013: em nossa incapacidade de percepção de um movimento que vinha sendo gestado há tempos. Pior, em criarmos barreiras com o movimento, distanciando-se dele, fugindo dos reais embates e, como em 2013, abrindo todas as portas para grupos fascistas adentrarem sem nenhuma oposição. Tudo isso em menos de uma semana", avalia Daniel Trevisan Samways
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247 - "Seria equivocado afirmar que repetimos 2013" escreve Daniel Trevisan Samways, na revista Forum.
"São pautas diferentes, um outro governo e uma situação material muito pior. Talvez por conta do cenário político-econômico estar muito deteriorado, o argumento de uma intervenção fez tanto sucesso e colou mais do que a dancinha do impeachment. Mas em um ponto nos aproximamos, novamente, de 2013: em nossa incapacidade de percepção de um movimento que vinha sendo gestado há tempos. Pior, em criarmos barreiras com o movimento, distanciando-se dele, fugindo dos reais embates e, como em 2013, abrindo todas as portas para grupos fascistas adentrarem sem nenhuma oposição. Tudo isso em menos de uma semana".
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