Trajano ao DCM: “O macartismo está no ar”

"Eles dizem que não foi retaliação política, mas não é possível que não tenha sido isso também. Falaram em contenção de despesas", conta o comentarista esportivo ao jornalista Kiko Nogueira, do Diário do Centro do Mundo; "Nos últimos anos, me chamaram umas três vezes por causa de coisas como vídeos que gravei conclamando as pessoas a ir a manifestações. O diretor, German Von Hartenstein, me falava que 'isso é chato para nós etc'", relata

"Eles dizem que não foi retaliação política, mas não é possível que não tenha sido isso também. Falaram em contenção de despesas", conta o comentarista esportivo ao jornalista Kiko Nogueira, do Diário do Centro do Mundo; "Nos últimos anos, me chamaram umas três vezes por causa de coisas como vídeos que gravei conclamando as pessoas a ir a manifestações. O diretor, German Von Hartenstein, me falava que 'isso é chato para nós etc'", relata
"Eles dizem que não foi retaliação política, mas não é possível que não tenha sido isso também. Falaram em contenção de despesas", conta o comentarista esportivo ao jornalista Kiko Nogueira, do Diário do Centro do Mundo; "Nos últimos anos, me chamaram umas três vezes por causa de coisas como vídeos que gravei conclamando as pessoas a ir a manifestações. O diretor, German Von Hartenstein, me falava que 'isso é chato para nós etc'", relata (Foto: Gisele Federicce)


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247 – O jornalista José Trajano acha pouco provável que sua demissão da ESPN, após 21 anos na emissora que ajudou a fundar, tenha sido por contenção de gastos, como foi dito a ele.

"Eles dizem que não foi retaliação política, mas não é possível que não tenha sido isso também. Falaram em contenção de despesas", relata ao jornalista Kiko Nogueira, do Diário do Centro do Mundo.

"Nos últimos anos, me chamaram umas três vezes por causa de coisas como vídeos que gravei conclamando as pessoas a ir a manifestações. O diretor, German Von Hartenstein, me falava que 'isso é chato para nós etc'", conta.

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Trajano é militante político da esquerda e nos últimos meses, gravou vídeos convocando para protestos, participou de atos contra o golpe e até assinou manifesto contrário ao impeachment de Dilma Rousseff.

Para ele, o episódio com Danilo Gentili também foi decisivo. "A direção tomou como uma coisa desagradável. Minha saída foi a soma disso tudo. Eu era monitorado. Numa dessas reuniões com o German, ele comentou o discurso que fiz no caminhão durante um protesto no Largo da Batata", afirma.

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No último dia 26, ele fora a um ato em solidariedade ao prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), na Casa de Portugal, onde foi tirada foto sua ao lado do ex-presidente Lula. Dois dias depois, Trajano era demitido.

Leia aqui a íntegra da conversa.

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