Toledo: rejeição a Lula aumentou seis pontos desde outubro
De acordo com pesquisa Ibope, divulgada pelo colunista José Roberto de Toledo, nos últimos quatro meses, quando a crise econômica se aprofundou e o noticiário sobre investigações envolvendo o ex-presidente se generalizou, o potencial de voto de Lula caiu de 41% para 33%; hoje, 61% dizem que não votariam de jeito nenhum em Lula para presidente; é a maior taxa de rejeição entre seis presidenciáveis testados pelo Ibope
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247 - De acordo com pesquisa Ibope, divulgada pelo colunista José Roberto de Toledo, a rejeição ao ex-presidente Lula aumentou seis pontos desde outubro. Nos últimos quatro meses, quando a crise econômica se aprofundou e o noticiário sobre investigações envolvendo o ex-presidente se generalizou, o potencial de voto de Lula caiu de 41% para 33%. Hoje, 61% dizem que não votariam de jeito nenhum em Lula para presidente, segundo a sondagem. É a maior taxa de rejeição entre seis presidenciáveis testados pelo Ibope
Sua maior perda de cacife eleitoral foi no Nordeste, onde, pela primeira vez em dez anos, o potencial de voto do ex-presidente (47%) se equivale tecnicamente à sua rejeição (48%).
Segundo a coluna de Toledo, pela ótica petista, Lula, mesmo sob bombardeio, mantém 19% de eleitores que “com certeza” votariam nele, o que é sempre um atalho para chegar ao segundo turno de qualquer eleição. Nenhum outro presidenciável tem um capital inicial desse tamanho.
“O melhor argumento dos lulistas é que o eleitor não rejeita apenas Lula. A rejeição aos seus potenciais adversários varia dos 42% de Marina Silva aos 52% de José Serra, com Aécio Neves (44%), Geraldo Alckmin (47%) e Ciro Gomes (45%) no meio – incluídos aí os 7% de eleitores que rejeitam todos os seis”, ressalta (leia aqui).
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