Toledo: prisão de Santana virou termômetro do impeachment

Segundo o colunista José Roberto de Toledo, a prisão do marqueteiro João Santana e de sua sócia virou termômetro do impeachment de Dilma Rousseff: ‘Se de temporária ela virar preventiva, reforçará suspeitas de que o juiz Sérgio Moro disfarça seu alvo porque ele está além de sua alçada como juiz’, diz; ele ressalta que, se, de fato, houver mais do que foi anunciado sobre os valores pagos a Santana, a hipótese de cassação de Dilma pelo Tribunal Superior Eleitoral ganhará força

Segundo o colunista José Roberto de Toledo, a prisão do marqueteiro João Santana e de sua sócia virou termômetro do impeachment de Dilma Rousseff: ‘Se de temporária ela virar preventiva, reforçará suspeitas de que o juiz Sérgio Moro disfarça seu alvo porque ele está além de sua alçada como juiz’, diz; ele ressalta que, se, de fato, houver mais do que foi anunciado sobre os valores pagos a Santana, a hipótese de cassação de Dilma pelo Tribunal Superior Eleitoral ganhará força
Segundo o colunista José Roberto de Toledo, a prisão do marqueteiro João Santana e de sua sócia virou termômetro do impeachment de Dilma Rousseff: ‘Se de temporária ela virar preventiva, reforçará suspeitas de que o juiz Sérgio Moro disfarça seu alvo porque ele está além de sua alçada como juiz’, diz; ele ressalta que, se, de fato, houver mais do que foi anunciado sobre os valores pagos a Santana, a hipótese de cassação de Dilma pelo Tribunal Superior Eleitoral ganhará força (Foto: Roberta Namour)


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247 – Para o colunista José Roberto de Toledo, a prisão do marqueteiro João Santana e de sua sócia virou termômetro do impeachment de Dilma Rousseff. ‘Se de temporária ela virar preventiva, reforçará suspeitas de que o juiz Sérgio Moro disfarça seu alvo porque ele está além de sua alçada como juiz’, diz.

Ele ressalta que, se, de fato, houver mais do que foi anunciado sobre os valores pagos a Santana, a hipótese de cassação de Dilma pelo Tribunal Superior Eleitoral ganhará força.

Nesse cenário, afirma, o impeachment de Dilma pela Câmara deixará de ser uma possibilidade remota para se tornar uma probabilidade iminente.

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Segundo Toledo, ao PMDB interessará mais manter-se no poder, com Temer na Presidência, do que se arriscar numa eleição para a qual não tem candidato forte. “Tudo isso sem falar que, em caso de cassação de Dilma e Temer, quem assume por 90 dias é o presidente da Câmara. Hoje, Eduardo Cunha seria presidente da República por três meses se os ministros do TSE julgassem procedentes as denúncias da Lava Jato. Se ocorrer cassação só em 2017, aí a eleição é indireta e o novo presidente terá a legitimidade de quem foi eleito por deputados e senadores”, lembra ele.

“O resumo é que as consequências da Lava Jato são mais complexas do que aparentam”, conclui (leia aqui).

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