Tijolaço: venda de Carcará é mais criminosa do que parece

Jornalista Fernando Brito escreve que a venda do campo de petróleo de Carcará, uma das joias do pré-sal, é muito mais criminoso que o denunciado anteriormente; cálculos mais precisos indicam que Carcará tem reservas de 6 bilhões de barris de óleo recuperável (passível de ser extraído), e não 1,3 bilhão de barris conforme anunciado

Jornalista Fernando Brito escreve que a venda do campo de petróleo de Carcará, uma das joias do pré-sal, é muito mais criminoso que o denunciado anteriormente; cálculos mais precisos indicam que Carcará tem reservas de 6 bilhões de barris de óleo recuperável (passível de ser extraído), e não 1,3 bilhão de barris conforme anunciado
Jornalista Fernando Brito escreve que a venda do campo de petróleo de Carcará, uma das joias do pré-sal, é muito mais criminoso que o denunciado anteriormente; cálculos mais precisos indicam que Carcará tem reservas de 6 bilhões de barris de óleo recuperável (passível de ser extraído), e não 1,3 bilhão de barris conforme anunciado (Foto: Realle Palazzo-Martini)


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O jornalista Fernando Brito, do Tijolaço, escreve que a venda do campo de petróleo de Carcará, uma das joias do pré-sal, é muito mais criminoso que o denunciado anteriormente. Ele afirma que cálculos mais precisos indicam que Carcará tem reservas de 6 bilhões de barris de óleo recuperável (passível de ser extraído). Antes, essa previsão era de modestos, em comparação, 1,3 bilhão de barris, ao preço de R$ 8,5 bilhões, metade a vista e metade condicionada à absorção de áreas vizinhas.

Veja a íntegra do post do Tijolaço:

Quando este blog disse que a venda do campo de Carcará, no pré-sal petrolífero da Bacia de Santos era um enorme crime contra o Brasil, do tamanho do rombo provocado pelos assaltantes da Lava Jato, cometeu uma imprecisão ao dizer apenas que ele poderia ser maior, bem maior, do que a vizinha acumulação de Sapinhoá, segunda maior área de produção brasileira.

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Carcará, nos cálculos que estimara seu reservatório de 1,3 bilhão de barris de óleo recuperável (passível de ser extraído), ao preço de R$ 8,5 bilhões, metade a vista e metade condicionada à absorção de áreas vizinhas, e se afirmou aqui que ele poderia ter mais do que Sapinhoá, estimado em 2,1 bilhões de barris recuperáveis. 

Na CartaCapital desta semana, o geólogo Luciano Seixas Chagas, coordenador do grupo de assuntos de petróleo da Federação Brasileira de Geólogos diz que o total de reservas de Carcará pode chegar a até 6 bilhões de barris recuperáveis.

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E que, pelas condições de porosidade da rocha, de ligação entre as acumulações e pela dissolução de gás no óleo (que resulta em elevada pressão e, portanto, alta vazão), em condições que barateiam e aceleram sua capacidade de produção.

Porque exige menos poços de produção e injeção, estes são mais simples, baratos e rápidos de perfurar e, depois, de interligar.

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Características assim, no campo de Lula, fizeram a Petrobras baixar a previsão de poços necessários para produção plena de cerca de mil para pouco mais de 150 perfurações.

Como cada poço custa dezenas de milhões de dólares, é fácil imaginar o que isso resulta em relação custo/rendimento.

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Infelizmente, este prejuízo imenso é, ainda assim,  muito pequeno diante do que o pa´si vai perder com a criminosa abolição do regime de partilha pretendida – e quase implantada – pelo governo golpista.

Veja, no vídeo abaixo, em linguagem muito clara e simples, o que isso vai representar.

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