Tijolaço: “Temer, não espalhe sua desmoralização ao Exército”

Jornalista Fernando Brito diz que está claro que, poucos dias antes da votação de seu afastamento, Michel Temer usou a Força como instrumento de propaganda, numa operação  que teve como “alvo” criar um impacto público que não corresponde ao que se queira fazer com seriedade; "Uma mobilização militar – aliás, uma estrutura militar com o Exército – é cara e isso se torna dramático num momento em que as Forças Armadas, como evidenciou no Twitter o seu comandante de direito, o General Villas Boas, estão vivendo uma situação de escassez absoluta de recursos", afirmou

Jornalista Fernando Brito diz que está claro que, poucos dias antes da votação de seu afastamento, Michel Temer usou a Força como instrumento de propaganda, numa operação  que teve como “alvo” criar um impacto público que não corresponde ao que se queira fazer com seriedade; "Uma mobilização militar – aliás, uma estrutura militar com o Exército – é cara e isso se torna dramático num momento em que as Forças Armadas, como evidenciou no Twitter o seu comandante de direito, o General Villas Boas, estão vivendo uma situação de escassez absoluta de recursos", afirmou
Jornalista Fernando Brito diz que está claro que, poucos dias antes da votação de seu afastamento, Michel Temer usou a Força como instrumento de propaganda, numa operação  que teve como “alvo” criar um impacto público que não corresponde ao que se queira fazer com seriedade; "Uma mobilização militar – aliás, uma estrutura militar com o Exército – é cara e isso se torna dramático num momento em que as Forças Armadas, como evidenciou no Twitter o seu comandante de direito, o General Villas Boas, estão vivendo uma situação de escassez absoluta de recursos", afirmou (Foto: Aquiles Lins)


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Por Fernando Brito, do Tijolaço - Não duvido que o comando do Exército tenha planos profissionalmente sérios para agir contra a criminalidade no Rio de Janeiro, sobretudo na área do armamento pesado que virou figurinha fácil por aqui (e em muitas outras partes).

Mas está claro que o Governo Federal, a poucos dias da votação do afastamento de Michel Temer usou a Força como instrumento de propaganda, numa operação  que teve como “alvo” criar um impacto público que não corresponde ao que se queira fazer com seriedade.

Compreender-se-ia, até, se isso fosse uma prática para o policiamento de grandes eventos, onde a dissuasão é o principal objetivo da ação militar, mas não naquilo que se pretenda ser um ataque aos núcleos de criminalidade que, ao contrário dos que querem agir justo nos momentos de atenção geral, tem a maior facilidade em recolher-se para esperar passar a “onda” e retirar do alcance da repressão as armas, as munições e as drogas que formam seu patrimônio criminoso.

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Como não se pode sustentar, por óbvio, uma ação de onipresença, 24 horas por dia, numa metrópole de 10 milhões de habitantes com um tropa que não chega a 10 mil efetivos, o resultado é este da manchete de O Globo, com um dano para a credibilidade do Exército Brasileiro que este não merece.

Uma mobilização militar – aliás, uma estrutura militar com o Exército – é cara e isso se torna dramático num momento em que as Forças Armadas, como evidenciou no Twitter o seu comandante de direito, o General Villas Boas, estão vivendo uma situação de escassez absoluta de recursos.

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Já se disse aqui que o Exército – e as outra Armas – não podem ser usadas para fins políticos, menos ainda os de propaganda, porque nem a Constituição nem a sua importância como instituição o toleram.

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