Tijolaço: sob Alckmin, PSDB se exibiu como sabujo de Temer e do mercado
Jornalista Fernando Brito criticou o PSDB, que decidiu fechar questão em torno do apoio à reforma da Previdência e poucas horas depois o senador Romero Jucá anunciou que a matéria ficaria para fevereiro, numa clara demonstação de que o governo não tem os votos necessários para a aprovar a matéria; "O PSDB, sob a liderança do 'caipira' Alckmin, não passa num 'mata-burro', quela pontezinha de travessas que até os simpáticos bichinhos sabem evitar quando a têm diante de si", diz Brito; "Exibiu-se, para desespero de seus 'cabeças pretas' como um sabujo de Temer e do mercado, mais dócil até que a turma do PSD de Henrique Meirelles, que não entrou na 'fria' previdenciária"
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Por Fernando Brito, do Tijolaço - A sabujice “mercadista” do PSDB levou hoje o partido a pagar um dos maiores dos muitos “micos” de sua história.
Decidiu “fechar questão” pela aprovação da reforma da previdência.
Horas antes de Romero Jucá anunciar que não vai ter reforma da previdência, comunicando um acordo entre Rodrigo Maia e Eunício Oliveira para deixar a votação para o ano que vem, o que equivale às calendas gregas.
O PSDB, sob a liderança do “caipira” Alckmin, não passa num “mata-burro”, quela pontezinha de travessas que até os simpáticos bichinhos sabem evitar quando a têm diante de si.
Exibiu-se, para desespero de seus “cabeças pretas” como um sabujo de Temer e do mercado, mais dócil até que a turma do PSD de Henrique Meirelles, que não entrou na “fria” previdenciária.
O Planalto soltou uma nota pífia, dizendo que não deixou de lado a esperança de aprovar a reforma este ano.
Puro diversionismo, porque o Congresso vota o Orçamento amanhã e, depois, tchau.
Mas nem tudo está perdido. Os tucanos ainda acham que podem vencer eleições.
Desde que obriguem Lula ao “WO” judicial.
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