Tijolaço: o moralismo mata. E quem mata fica impune
"A Folha publica hoje matéria de Wálter Nunes com detalhes – e detalhes sórdidos – da palhaçada feita pela Polícia Federal, pelo Ministério Público e pela "Justiça" Federal de Santa Catarina que resultou na morte do reitor da Universidade Federal daquele estado, Luiz Carlos Cancellier de Olivo", reforça Fernando Brito, do Tijolaço, acrescentando que a delegada Érika Marena e seus sucessores na PF-SC "não apresentam prova alguma" contra o ex-reitor
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Por Fernando Brito, do Tijolaço - A Folha publica hoje matéria de Wálter Nunes com detalhes – e detalhes sórdidos – da palhaçada feita pela Polícia Federal, pelo Ministério Público e pela “Justiça” Federal de Santa Catarina que resultou na morte do reitor da Universidade Federal daquele estado, Luiz Carlos Cancellier de Olivo.
A delegada Érika Marena, muito hábil em conseguir censura judicial a blogs e seus sucessores na PF catarinense, ao longo de mais de 800 páginas, não apresentam prova alguma, mas seguem sustentando que Olivo “respaldava e sustentava” uma quadrilha para desviar verbas.
Há no relatório verdadeira pérolas do “xerloquismo” dos federais, como o caso de um professor que teria cobrado 48 litros de gasolina a mais para uma viagem e depósitos somando R$ 7 mil de outro, feito na conta do filho do reitor sobre o qual, dizem os sabidões da Federal “comenta-se” que teriam vindo de um pagamento recebido da Universidade. Comenta-se!
A sindicância aberta para apura possíveis abusos policiais, claro, resultou em nada. E a delegada não só foi promovida a Superintendente da PF em Sergipe quanto, nas eleições internas com que se pretendia indicar um diretor geral para a instituição, foi uma das mais apoiadas pelos colegas delegados.
Pelo ato de desespero que a humilhação levou o reitor a praticar, ninguém pagará.
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