Tijolaço: Estadão usa crise política para 'requentar' o parlamentarismo

Jornalista Fernando Brito, editor do 'Tijolaço', afirmou "o parlamentarismo é só um arranjo entre as oligarquias, para controlar o Brasil sem o 'risco' de que o voto popular leve ao governo "alguém que seja ou se torne uma liderança popular transformadora"; segundo ele, "o Estadão aproveita a crise política para dar uma requentada no tema"; "No parlamentarismo, hoje, o primeiro-ministro, o chefe do Governo Brasileiro seria Eduardo Cunha"; leia a íntegra

Jornalista Fernando Brito, editor do 'Tijolaço', afirmou "o parlamentarismo é só um arranjo entre as oligarquias, para controlar o Brasil sem o 'risco' de que o voto popular leve ao governo "alguém que seja ou se torne uma liderança popular transformadora"; segundo ele, "o Estadão aproveita a crise política para dar uma requentada no tema"; "No parlamentarismo, hoje, o primeiro-ministro, o chefe do Governo Brasileiro seria Eduardo Cunha"; leia a íntegra
Jornalista Fernando Brito, editor do 'Tijolaço', afirmou "o parlamentarismo é só um arranjo entre as oligarquias, para controlar o Brasil sem o 'risco' de que o voto popular leve ao governo "alguém que seja ou se torne uma liderança popular transformadora"; segundo ele, "o Estadão aproveita a crise política para dar uma requentada no tema"; "No parlamentarismo, hoje, o primeiro-ministro, o chefe do Governo Brasileiro seria Eduardo Cunha"; leia a íntegra (Foto: Leonardo Lucena)


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Por Fernando Brito, do Tijolaço - Sempre que um governo está enfraquecido, o conservadorismo e a politicalha brasileira sacam do bolso do colete a ideia de implantar-se o parlamentarismo.

Foi assim quando João Goulart, o vice de Janio eleito – como era à época – pelo voto popular teve de aceitá-lo para que o aceitassem.

Depois, o esdrúxulo plebiscito sobre forma e sistema de governo (monarquia ou república; presidencialismo ou parlamentarismo) que saiu da Constituinte de 1988, realizado em 1993, se fez sob um fraco Governo Itamar, sob o trauma do impeachment de Fernando Collor.

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Agora, o Estadão aproveita a crise política para dar uma “requentada” no tema.

Os países de formação republicana, quase todos, são presidencialistas, pela simples razão que o parlamentarismo, historicamente, foi uma forma de transição  entre o poder unipessoal do rei e o estabelecimento de um governo democrático sem ruptura completa. Mesmo a França, onde houve a ruptura revolucionária, adota um semipresidencialismo.

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Aqui o parlamentarismo é só um arranjo entre as oligarquias, para controlar o Brasil sem o “risco” de que o voto popular possa, de tempos em tempos, levar ao governo alguém que seja ou se torne uma liderança popular transformadora.

Tentativa de requentar, aliás, completamente inútil.

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Porque, neste momento, há um exemplo muito, muito, simples para desmoralizá-la.

No parlamentarismo, hoje,  o primeiro-ministro, o chefe do Governo Brasileiro seria Eduardo Cunha.

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É mole, ou quer mais?

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