Tijolaço: disputa Maia x Meirelles mina mudanças na Previdência
"Como tudo o que diz respeito à sucessão presidencial, também o desmonte da Previdência estará na pauta de julgamento do TRF4 no dia 24 próximo", diz Fernando Brito, do Tijolaço; "Sem um placar de 3 a 0 para estimular a “garantia” de que Lula não poderá ser candidato, as chances da proposta de emenda constitucional passar na Câmara serão zero, porque fica mais claro que o ex-presidente é o projeto de poder mais definido e projeto de poder atrai mais aos deputados que a luz às mariposas"
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Por Fernando Brito, do Tijolaço - Como tudo o que diz respeito à sucessão presidencial, também o desmonte da Previdência estará na pauta de julgamento do TRF4 no dia 24 próximo.
Sem um placar de 3 a 0 para estimular a “garantia” de que Lula não poderá ser candidato, as chances da proposta de emenda constitucional passar na Câmara serão zero, porque fica mais claro que o ex-presidente é o projeto de poder mais definido e projeto de poder atrai mais aos deputados que a luz às mariposas.
É papo encerrado, c’est fini para a “jóia da coroa” de Temer e, por conseguinte, de seu próprio governicho, já cambaleante em tudo o que faz.
Mesmo, porém, que se consume o esbulho judicial que visa subtrair ao povo brasileiro o direito de exercer a opção que, por maioria, está clara para todos, o panorama para o Governo, que já era sombrio, piora com o escancaramento da briga entre Henrique Meirelles e Rodrigo Maia para ver qual dos dois se coroará, perante o mercado, com os louros de uma vitória ou, mais provavelmente, com os espinhos da derrota.
A impugnação de Lula, claro, animará os dois nanicos eleitorais e farão de tudo para se apresentarem como quem “salvou o Brasil do déficit”. Como Meirelles precisa mais de Maia do que o inverso, é que se vê hoje, no Estadão, a turma do presidente da Câmara – inclusive Moreira Franco – abrir fogo sobre o ministro da Fazenda.
É só parte do cenário de ambições que se espalha no vazio da política, com “candidatos de si mesmos” disputando não a identidade e a simpatia da população, mas o apoio dos homens de dinheiro, certos de que, com este, compra-se aquelas.
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