Tijolaço: derrota do “mata-já” a Lula deixa a direita mais louca de ódio

"O STF será o Judas da mídia durante a Semana Santa. A Globonews já escalou sua linha de ataque completa e aumentou a duração dos seus jornais. O que é básico – ninguém pode ser preso em meio a um julgamento que foi suspenso em meio à votação – virou um absurdo", diz Fernando Brito, do Tijolaço; "O TRF-4, corneta de Sérgio Moro, vai dizer que sim, embora com uma ressalva de que se deve respeitar a espera até o dia 4 de abril. O habeas corpus preventivo vai virar um habeas corpus efetivo, contra uma ordem de prisão"

"O STF será o Judas da mídia durante a Semana Santa. A Globonews já escalou sua linha de ataque completa e aumentou a duração dos seus jornais. O que é básico – ninguém pode ser preso em meio a um julgamento que foi suspenso em meio à votação – virou um absurdo", diz Fernando Brito, do Tijolaço; "O TRF-4, corneta de Sérgio Moro, vai dizer que sim, embora com uma ressalva de que se deve respeitar a espera até o dia 4 de abril. O habeas corpus preventivo vai virar um habeas corpus efetivo, contra uma ordem de prisão"
"O STF será o Judas da mídia durante a Semana Santa. A Globonews já escalou sua linha de ataque completa e aumentou a duração dos seus jornais. O que é básico – ninguém pode ser preso em meio a um julgamento que foi suspenso em meio à votação – virou um absurdo", diz Fernando Brito, do Tijolaço; "O TRF-4, corneta de Sérgio Moro, vai dizer que sim, embora com uma ressalva de que se deve respeitar a espera até o dia 4 de abril. O habeas corpus preventivo vai virar um habeas corpus efetivo, contra uma ordem de prisão" (Foto: Leonardo Lucena)


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Por Fernando Brito, do Tijolaço - Não se antecipe em otimismos com o resultado parcial do julgamento do habeas corpus impetrado pela defesa de Lula.

É que a estratégia dos linchadores foi grosseira demais.

Recusar o exame do habeas corpus seria excessivamente flagrante.

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Mas a “ala monstro” do Judiciário não o aceitou.

Luiz Fachin, o minúsculo, quis recusar a admissibilidade que ele próprio teria afastado, ao receber o pedido, seu aditamento e encaminha-lo ao plenário.

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Tanto que o TRF-4 anunciou que mantém a pauta do julgamento dos embargos oferecidos pela defesa do ex-presidente, algo que Cármen Lúcia recusou-se a colocar em pauta, ainda que pedido por José Roberto Batocchio.

É uma óbvia confrontação ao Supremo, pois o mínimo de prudência, diante da concessão de uma liminar para impedir a execução imediata que, claro, será confirmada na burocrática confirmação de todo o acórdão.

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O STF será o Judas da mídia durante a Semana Santa.

A Globonews já escalou sua linha de ataque completa e aumentou a duração dos seus jornais.

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O que é básico – ninguém pode ser preso em meio a um julgamento que foi suspenso em meio à votação – virou um absurdo.

O TRF-4, corneta de Sérgio Moro, vai dizer que sim, embora com uma ressalva de que se deve respeitar a espera até o dia 4 de abril.

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O habeas corpus preventivo vai virar um habeas corpus efetivo, contra uma ordem de prisão.

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