Tijolaço: Decisão de Maranhão foi vingança de Cunha?

Para o jornalista Fernando Brito, Eduardo Cunha (PMDB) está por trás da decisão do presidente interino da Câmara, Waldir Maranhão (PP-MA), de anular a sessão de votação do impeachment na Casa; "Alguém, maquiavélico, pode dizer que Maranhão, aliado incondicional de Eduardo Cunha e autor de várias decisões que retardaram seu julgamento pela Comissão de Ética pode ter sido deixado de bóia salva-vidas pelo ardiloso ex-presidente da Câmara, justamente para o caso de o 'amigo' Temer ter resolvido deixa-lo afundar sozinho", afirmou

Para o jornalista Fernando Brito, Eduardo Cunha (PMDB) está por trás da decisão do presidente interino da Câmara, Waldir Maranhão (PP-MA), de anular a sessão de votação do impeachment na Casa; "Alguém, maquiavélico, pode dizer que Maranhão, aliado incondicional de Eduardo Cunha e autor de várias decisões que retardaram seu julgamento pela Comissão de Ética pode ter sido deixado de bóia salva-vidas pelo ardiloso ex-presidente da Câmara, justamente para o caso de o 'amigo' Temer ter resolvido deixa-lo afundar sozinho", afirmou
Para o jornalista Fernando Brito, Eduardo Cunha (PMDB) está por trás da decisão do presidente interino da Câmara, Waldir Maranhão (PP-MA), de anular a sessão de votação do impeachment na Casa; "Alguém, maquiavélico, pode dizer que Maranhão, aliado incondicional de Eduardo Cunha e autor de várias decisões que retardaram seu julgamento pela Comissão de Ética pode ter sido deixado de bóia salva-vidas pelo ardiloso ex-presidente da Câmara, justamente para o caso de o 'amigo' Temer ter resolvido deixa-lo afundar sozinho", afirmou (Foto: Aquiles Lins)


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Por Fernando Brito, do Tijolaço - Da Folha, há minutos:

O presidente interino da Câmara, Waldir Maranhão (PP-MA), assinou decisão nesta segunda-feira (9) para anular a tramitação do impeachment da presidente Dilma Rousseff no Congresso.

Ainda não há detalhes completos da decisão, que será publicada na edição do Diário da Câmara desta terça (10).

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A Folha apurou, porém, que o motivo seria a interpretação de que a votação ultrapassou os limites da denúncia oferecida contra Dilma por crime de responsabilidade –tratando da questão da Lava Jato e não só das supostas irregularidades orçamentárias.

Maranhão é aliado do governador Flávio Dino (PC do B-MA), um dos principais correligionários de Dilma.

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Isso é o que a Folha diz. Mas alguém, maquiavélico, pode dizer que Maranhão, aliado incondicional de Eduardo Cunha e autor de várias decisões que retardaram seu julgamento pela Comissão de Ética pode ter sido deixado de bóia salva-vidas pelo ardiloso ex-presidente da Câmara, justamente para o caso de o "amigo" Temer ter resolvido deixa-lo afundar sozinho.

Como a decisão só sai no Diário da Câmara amanhã, parece que pode ter "melado" a festinha na quarta-feira.

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