Tijolaço: confiança em Temer vai de mal a pior
Jornalista Fernando Brito analisa os dados da pesquisa CNI/Ibope sobre o governo de Michel Temer; "A aprovação à maneira de Temer governar cai de 31% para 28% e a desaprovação passa de 53% para 55%. A confiança, baixa de 27% para 26% e a desconfiança sobe de 66% para 68%"; "E olhem que Temer voou, até agora, em céu de brigadeiro. Começam agora as chuvas e trovoada dos cortes sociais, da cassação de direitos previdenciários e da sonhada, pela CNI, reforma trabalhista, uma viagem ao tempo da escravatura. Há base governista que resista a isso?", questiona
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Por Fernando Brito, do Tijolaço - Cinco meses de governo, quase, e a pesquisa CNI/Ibope mostra Temer no mesmo lugar: 14% apenas o consideram ótimo ou bom, uma variação pífia dos 13% de junho.
O ruim e péssimo fica igual.
O resto, só piora.
A aprovação àa maneira de Temer governar cai de 31% para 28% e a desaprovação passa de 53% para 55%. A confiança, baixa de 27% para 26% e a desconfiança sobe de 66% para 68%.
Na comparação com o governo Dilma, o percentual que considera que o governo Temer está sendo melhor oscila de 3% para 24%. No entanto, o percentual que avalia o governo Temer como pior cresceu de 25% para 31%. Quase metade dos pesidentes na região Nordeste, região onde o presidente Michel Temer tem os menores índices de popularidade, considera que governo Temer está sendo pior que o governo Dilma.
Entre os jovens de 16 a 24 anos de idade, há a maior piora na avaliação do governo Temer: o percentual que avalia o governo como ruim ou péssimo passa de 33% para 38% e os que desaprovam sua maneira sobe de 54% para 60%.
A melhor avaliação de Temer se dá entre os de maior renda, embora o Ibope grupe aí os de renda superior a 5 salários mínimos, o que encobre qualquer análise séria. Temer tem aí 20% avaliando seu governo como ótimo ou bom e 33% como ruim ou péssimo.
E olhem que Temer voou, até agora, em céu de brigadeiro.
Começam agora as chuvas e trovoada dos cortes sociais, da cassação de direitos previdenciários e da sonhada, pela CNI, reforma trabalhista, uma viagem ao tempo da escravatura.
Há base governista que resista a isso?

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