Tijolaço: chegou a hora do enfrentamento

‘É hora de Dilma sair do mutismo e assumir o combate bruto; consolidaram-se, ao longo deste ano, grupelhos dispostos a tudo, inclusive à violência (com tiros e tudo o mais) para criar um clima de conflito que não correspondem à realidade das ruas; não é mais hora de ter um eunuco político no Ministério da Justiça; não é mais possível ter um “recessionista” no Ministério da Fazenda’, alerta Fernando Brito, do Tijolaço

‘É hora de Dilma sair do mutismo e assumir o combate bruto; consolidaram-se, ao longo deste ano, grupelhos dispostos a tudo, inclusive à violência (com tiros e tudo o mais) para criar um clima de conflito que não correspondem à realidade das ruas; não é mais hora de ter um eunuco político no Ministério da Justiça; não é mais possível ter um “recessionista” no Ministério da Fazenda’, alerta Fernando Brito, do Tijolaço
‘É hora de Dilma sair do mutismo e assumir o combate bruto; consolidaram-se, ao longo deste ano, grupelhos dispostos a tudo, inclusive à violência (com tiros e tudo o mais) para criar um clima de conflito que não correspondem à realidade das ruas; não é mais hora de ter um eunuco político no Ministério da Justiça; não é mais possível ter um “recessionista” no Ministério da Fazenda’, alerta Fernando Brito, do Tijolaço (Foto: Roberta Namour)


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Por Fernando Brito

Em política, nunca se deve ter um enfrentamento que não seja necessário.

Mas também não se pode deixar de enfrentar, quando isso é indispensável.

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O desfecho do golpe se dá, é verdade, em hora ruim na economia, porque a teimosia em aprofundar a recessão como forma de, dizem, acelerar a retomada econômica.

E é claro que, a partir de hoje, ela irá se agravar.

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Mas também se dá numa hora política que já não é a pior, porque houve um refluxo e um enfado da população com um ano de sabotagem, histeria, caça às bruxas.

Não havia outra saída senão se contrapor ao chantagista.

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A primeira reação de Dilma foi altiva:

“Recebi com indignação a decisão do sr. presidente da Câmara de processo de pedido de impeachment”.

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“Não existe nenhum ato ilícito praticado por mim; não paira contra mim nenhuma suspeita de desvio de dinheiro público”

“Não possuo conta no exterior nem ocultei bens pessoais. Nunca coagi ou tentei coagir instituições ou pessoas.”

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“Nos últimos tempos, em especial nos últimos dias, a imprensa noticiou que haveria interesse na barganha dos votos”.

“Eu jamais aceitaria ou concordaria com qualquer pedido de barganha”.

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É hora de Dilma sair do mutismo e assumir o combate bruto.

A oposição, somada à bancada de Cunha, não soma os dois terços necessários para abrir o processo.

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Só os terá se o Governo se acovardar.

É preciso responder com fria dureza, porque serão imensas as provocações.

Consolidaram-se, ao longo deste ano, grupelhos dispostos a tudo, inclusive à violência (com tiros e tudo o mais) para criar um clima de conflito que não correspondem à realidade das ruas.

Não é mais hora de ter um eunuco político no Ministério da Justiça.

Não é mais possível ter um “recessionista” no Ministério da Fazenda.

O ferro tem de ser malhado quente, embora a turma do Governo continue com o traseiro confortavelmente sentado nas cadeiras, é a comandante deste processo tem de ser ela.

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