Tijolaço: A entrevista de Moro tem tudo para ser um desastre

O jornalista Fernando Brito, editor do Tijolaço, afirma que a coletiva convocada por Sergio Moro será pedagógica; ele diz que ela "será um momento para começarmos a descobrir se teremos um governo único ou, afinal, uma federação de feudos, sobre a qual brilhará uma figura demagógica, a fingir uma autoridade que se dedicará a promover-se com apelos patrióticos, religiosos e autoritários"; ele acrescenta: "afinal, dos 'superministros' anunciados até agora, não se conseguiu saber rigorosamente nada sobre os planos que serão implementados a partir de 1° de janeiro"

Tijolaço: A entrevista de Moro tem tudo para ser um desastre
Tijolaço: A entrevista de Moro tem tudo para ser um desastre (Foto: Reprodução)


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247 - O jornalista Fernando Brito, editor do Tijolaço, afirma que a coletiva convocada por Sergio Moro será pedagógica. Ele diz que ela "será um momento para começarmos a descobrir se teremos um governo único ou, afinal, uma federação de feudos, sobre a qual brilhará uma figura demagógica, a fingir uma autoridade que se dedicará a promover-se com apelos patrióticos, religiosos e autoritários". Ele acrescenta: "afinal, dos 'superministros' anunciados até agora, não se conseguiu saber rigorosamente nada sobre os planos que serão implementados a partir de 1° de janeiro".

Brito explica por que estende que o governo tende a se transformar em uma reunião de "feudos": "Paulo Guedes, o 'posto ipiranga' da economia foi desautorizado pela enésima vez na quinta-feira sobre uma CPMF que substituiria a contribuição previdenciária patronal. Onyx Lorenzoni, o chefe da Casa Civil, também vetou as pretensões de aproveitarem-se partes do atual projeto de reforma previdenciária e o general Hamilton Mourão deu um pontapé na proposta "oferecida" pelo queridinho do 'mercado', Armínio Fraga".

Ele se indaga se Moro será o primeiro a apresentar algo de concreto: "não se imagina que ele seja capaz de anunciar uma política nacional de Segurança Pública, o que deveria se a primeira preocupação da nova e superpoderosa pasta. Nem que possa definir quais são as peças do "pacote anticorrupção" com que ele estrearia no jogo. Acaso vai falar da liberação da venda de armas de fogo, a mais vistosa das propostas de seu novo chefe? Difícil".

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