Temer: Brasil pode virar Grécia com 'pautas-bomba'

Declaração foi feita durante encontro da presidente Dilma com ministros e líderes de partidos neste domingo, de acordo com o jornalista Kennedy Alencar; "O vice deu um recado claro de que o problema do governo não é ele, mas o descontrole da base de apoio no Congresso e o risco para a economia das votações de projetos que aumentem as despesas públicas", afirmou o colunista; Michel Temer (PMDB) voltou a rebater a tese de que estaria "conspirando pelo poder" e afirmou que tinha "concepção institucional" clara do seu papel

Declaração foi feita durante encontro da presidente Dilma com ministros e líderes de partidos neste domingo, de acordo com o jornalista Kennedy Alencar; "O vice deu um recado claro de que o problema do governo não é ele, mas o descontrole da base de apoio no Congresso e o risco para a economia das votações de projetos que aumentem as despesas públicas", afirmou o colunista; Michel Temer (PMDB) voltou a rebater a tese de que estaria "conspirando pelo poder" e afirmou que tinha "concepção institucional" clara do seu papel
Declaração foi feita durante encontro da presidente Dilma com ministros e líderes de partidos neste domingo, de acordo com o jornalista Kennedy Alencar; "O vice deu um recado claro de que o problema do governo não é ele, mas o descontrole da base de apoio no Congresso e o risco para a economia das votações de projetos que aumentem as despesas públicas", afirmou o colunista; Michel Temer (PMDB) voltou a rebater a tese de que estaria "conspirando pelo poder" e afirmou que tinha "concepção institucional" clara do seu papel (Foto: Aquiles Lins)


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247 - O colunista Kennedy Alencar afirmou nesta segunda-feria, 10, que o vice-presidente Michel Temer (PMDB) fez um discurso duro no encontro da presidente Dilma Rousseff com ministro de líderes de partidos nesse domingo, 9. O vice-presidente rebateu a tese de que estaria "conspirando pelo Poder" e afirmou que tinha "concepção institucional" clara do seu papel. 

Michel Temer afirmou que o apelo feito na quarta-feira, 5, tinha o objetivo de tentar evitar uma derrota na Câmara. Disse que, na terça, o governo não teve força nem para aprovar um requerimento de adiamento da votação e que esses projetos da chamada "pauta-bomba" poderiam "transformar o país numa Grécia". Como a articulação política está a cargo de Temer, a responsabilidade cairia na conta dele.

"Em resumo, o vice deu um recado claro de que o problema do governo não é ele, mas o descontrole da base de apoio no Congresso e o risco para a economia das votações de projetos que aumentem as despesas públicas", afirmou o colunista. Ouça aqui a íntegra de seu comentário.

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