Stycer: Huck representa o que há de mais velho na TV
Jornalista Maurício Stycer, crítico de TV, lembra que o eixo principal do programa do apresentador, exibido pela Globo há 17 anos, "é o assistencialismo, uma tradição da TV de cunho popular no Brasil desde a década de 1960"
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247 - Na onda que passou a considerar Luciano Huck candidato a presidente e "o novo" na política, como descreveu o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, colocando o nome do apresentador ao lado do prefeito João Doria, o crítico de TV Maurício Stycer escreve uma coluna neste domingo 14 em que afirma que Huck representa o que há de mais velho na TV.
"O eixo principal do programa, exibido pela Globo há 17 anos, é o assistencialismo, uma tradição da TV de cunho popular no Brasil desde a década de 1960. Fazendo drama com a miséria alheia, Huck reforma carros, casas e até pequenos negócios, ajuda parentes a se reencontrarem, organiza casamentos -tudo sempre sob o patrocínio de marcas que anunciam no ar", descreve.
Ele lembra ainda de outro quadro "sem maior originalidade", os "testes de caráter", e um estreado recentemente, "Quem Quer Ser um Milionário?" - "competição de perguntas e respostas baseado em um formato britânico já exibido em mais de uma centena de países".
O jornalista destaca que Huck passou por algumas mudanças recentemente, dando prêmios a pessoas que têm ideias inovadores e projetos sociais, mas que "já deixou esta preocupação de lado e voltou com tudo às ações assistencialistas". Leia aqui a íntegra.
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