Sidney Rezende: Eike foi consumido por sua vaidade

Jornalista descreve uma "carência absurda" do empresário, "responsável pela necessidade profunda de carinho que transparece. Ele precisa estar cercado de bajuladores, garotas de programa"; "Além da necessidade de ser paparicado, Eike Batista foi consumido por sua vaidade", diz Rezende; "Ele aceitou a piscadela do Diabo, e o Diabo fez a parte dele. Só saberemos a contrapartida do empresário após o seu primeiro depoimento", afirma

Jornalista descreve uma "carência absurda" do empresário, "responsável pela necessidade profunda de carinho que transparece. Ele precisa estar cercado de bajuladores, garotas de programa"; "Além da necessidade de ser paparicado, Eike Batista foi consumido por sua vaidade", diz Rezende; "Ele aceitou a piscadela do Diabo, e o Diabo fez a parte dele. Só saberemos a contrapartida do empresário após o seu primeiro depoimento", afirma
Jornalista descreve uma "carência absurda" do empresário, "responsável pela necessidade profunda de carinho que transparece. Ele precisa estar cercado de bajuladores, garotas de programa"; "Além da necessidade de ser paparicado, Eike Batista foi consumido por sua vaidade", diz Rezende; "Ele aceitou a piscadela do Diabo, e o Diabo fez a parte dele. Só saberemos a contrapartida do empresário após o seu primeiro depoimento", afirma (Foto: Gisele Federicce)


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247 - O jornalista Sidney Rezende publicou em seu site um perfil do empresário Eike Batista, alguém que, para ele, "não é de carne e osso". "Como é possível alguém há 4 anos ser o sétimo homem mais rico do planeta com a bagatela estimada em US$ 30 bilhões e simplesmente reduzir para, sei lá, R$ 900, 600 ou 350 milhões?", questiona.

Rezende descreve uma "carência absurda" de Eike Batista, "responsável pela necessidade profunda de carinho que transparece. Ele precisa estar cercado de bajuladores, garotas de programa, pessoas que sorriem na lógica perigosa de que 'quando acaba o dinheiro, acaba o amor'". "Quando comparado ao talento do pai Eliezer Batista, ele vira pó. Isso o destrói e não o larga como o sobrenome, ou uma tatuagem", escreve o jornalista.

"Além da necessidade de ser paparicado, Eike Batista foi consumido por sua vaidade", continua Sidney Rezende. "Ele aceitou a piscadela do Diabo, e o Diabo fez a parte dele. Só saberemos a contrapartida do empresário após o seu primeiro depoimento", afirma.

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