"O recado está dado. É preciso agora que o mundo político, rechaçado ou ignorado solenemente neste domingo, faça a sua parte. E a sua parte é o que prevê a Constituição: se Dilma efetivamente não renunciar, como já avisou, há o impeachment pelo Congresso e a cassação pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE)", diz a colunista Eliane Cantanhêde; ela só não explica, no entanto, qual foi o crime de responsabilidade cometido pela presidente Dilma Rousseff
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Atualizado em 3 de July de 2018, 10:53
"O recado está dado. É preciso agora que o mundo político, rechaçado ou ignorado solenemente neste domingo, faça a sua parte. E a sua parte é o que prevê a Constituição: se Dilma efetivamente não renunciar, como já avisou, há o impeachment pelo Congresso e a cassação pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE)", diz a colunista Eliane Cantanhêde; ela só não explica, no entanto, qual foi o crime de responsabilidade cometido pela presidente Dilma Rousseff (Foto: Leonardo Attuch)
247 – Em sua coluna desta segunda-feira, a jornalista Eliane Cantanhêde tenta usar os protestos de ontem para levar adiante o movimento golpista.
"O recado está dado. É preciso agora que o mundo político, rechaçado ou ignorado solenemente neste domingo, faça a sua parte. E a sua parte é o que prevê a Constituição: se Dilma efetivamente não renunciar, como já avisou, há o impeachment pelo Congresso e a cassação pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Neste segundo caso, podemos chegar a uma solução que remete as manifestações de deste domingo a 1984: Diretas já!", diz ela.
Eliane não aponta, no entanto, qual foi o crime de responsabilidade cometido pela presidente Dilma Rousseff, sem o qual o impeachement será um golpe. Ela também diz que, antes, será preciso tirar o bode da sala. "Nem o impeachment nem a cassação serão já, mas, se houver cassação, o presidente da Câmara, hoje Eduardo Cunha, será presidente do Brasil por 90 dias, até a eleição popular. Nem o Capeta poderia imaginar uma sinuca mais macabra."
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