"Seja lá qual for o Deus acima de todos, quero é muita distância", diz jornalista
A jornalista Patrícia Lélis questionou os "cidadãos de bem" que desde o anúncio do falecimento do neto do ex-presidente Lula, Arthur Araújo, de sete anos, ocorrida nesta sexta-feira (1), vêm destilando ódio nas redes sociais; "Seja lá qual for o 'Deus acima de todos' que esses 'cidadãos de bem defende' eu quero é muita distância"
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247 - A jornalista Patrícia Lélis questionou os "cidadãos de bem" que desde o anúncio do falecimento do neto do ex-presidente Lula, Arthur Araújo, de sete anos, ocorrida nesta sexta-feira (1), vêm destilando ódio nas redes sociais. "Seja lá qual for o 'Deus acima de todos' que esses 'cidadãos de bem defende' eu quero é muita distância.
Fizeram piadas com a morte de Marisa, com a morte de Vavá, e agora com a morte do pequeno Arthur, neto do @LulaOficial.
— Patrícia Lélis (@lelispatricia) 1 de março de 2019
Seja lá qual for o “Deus acima de todos” que esses “cidadãos de bem defende” eu quero é muita distância.
O jornalista Altamiro Borges vai além e não os considera humanos. "Qualquer ser humano com um mínimo de dignidade ficou triste e abatido com a morte prematura do menino Arthur Araújo, de 7 anos, neto do ex-presidente Lula. Mas os fascistas, os que cultivam o ódio e a violência, não são seres humanos. Não dá nem para chamá-los de vermes, já que estes têm função na natureza. Cínicos, eles berram 'Deus acima de todos'. No fundo, eles veneram o demônio, a morte. Para estes psicopatas deveria servir a lição do Papa Francisco: 'Quando você comemora a morte de alguém, o primeiro que morreu foi você mesmo'", escreveu.
Leia o artigo de Borges na íntegra
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