Sardenberg criminaliza palestras de Lula

Jornalista Carlos Alberto Sardenberg sugere que palestras do ex-presidente Lula são lobby: “uma empresa brasileira, que fez negócios com o governo Lula, contrata o ex-presidente para falar em outros países e conversar com os governantes locais, que contratam obras daquela empresa brasileira, com financiamento de um banco público brasileiro’; “é só uma palestra ou pode ser um lobby? Pode não ser, claro, mas parece”

Jornalista Carlos Alberto Sardenberg sugere que palestras do ex-presidente Lula são lobby: “uma empresa brasileira, que fez negócios com o governo Lula, contrata o ex-presidente para falar em outros países e conversar com os governantes locais, que contratam obras daquela empresa brasileira, com financiamento de um banco público brasileiro’; “é só uma palestra ou pode ser um lobby? Pode não ser, claro, mas parece”
Jornalista Carlos Alberto Sardenberg sugere que palestras do ex-presidente Lula são lobby: “uma empresa brasileira, que fez negócios com o governo Lula, contrata o ex-presidente para falar em outros países e conversar com os governantes locais, que contratam obras daquela empresa brasileira, com financiamento de um banco público brasileiro’; “é só uma palestra ou pode ser um lobby? Pode não ser, claro, mas parece” (Foto: Roberta Namour)


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247 – O jornalista Carlos Alberto Sardenberg cita o caso de Bill Clinton, ex-presidente americano, e criminaliza as palestras feitas por Lula a convite de empresas em países africanos.

“Uma empresa brasileira, que fez negócios com o governo Lula, contrata o ex-presidente para falar em outros países e conversar com os governantes locais, que contratam obras daquela empresa brasileira, com financiamento de um banco público brasileiro’; “é só uma palestra ou pode ser um lobby? Pode não ser, claro, mas parece”, diz. 

Segundo ele, falta transparência, especialmente porque Lula, se não continua no governo, tem óbvia influência sobre o aparelho de Estado brasileiro.

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No caso de Clinton, ele negou nesta segunda-feira (4) que o dinheiro dos grandes doadores de sua fundação tenha servido para influenciar decisões do governo dos Estados Unidos quando sua mulher, Hillary Clinton, era secretária de Estado (leia aqui).

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