Sakamoto: fim de Ministério desidrata fiscalização
O jornalista Leonardo Sakamoto afirma que o fim do Ministério do Trabalho vai desidratar a fiscalização das empresas; abusos, condições precárias de trabalho, irregularidades poderão disparar após a extinção do ministério, deixa entender o jornalista. Para ele, esse é o maior problema que a inexistência de um Ministério do Trabalho pode gerar
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247 - O jornalista Leonardo Sakamoto afirma que o fim do Ministério do Trabalho vai desidratar a fiscalização das empresas. Abusos, condições precárias de trabalho, irregularidades poderão disparar após a extinção do ministério, deixa entender o jornalista. Para ele, esse é o maior problema que a inexistência de um Ministério do Trabalho pode gerar.
Em seu blog, Sakamoto pergunta: "o novo governo vai garantir apoio e recursos para que a fiscalização continue checando as condições de saúde, segurança e dignidade dos trabalhadores, corrigindo os problemas e autuando os responsáveis ou será desidratada para atender às demandas por ''flexibilização'' de setores econômicos e empresários que apoiaram a candidatura vencedora?"
E explica: "durante a campanha, Bolsonaro criticou o enfrentamento ao trabalho escravo, fornecendo dados equivocados sobre a fiscalização. Disse que qualquer irregularidade trabalhista configura o crime e não a omissão do empregador em garantir um mínimo de dignidade. Chegou a citar, mais de uma vez, que quando uma trabalhadora grávida é exposta à aplicação de agrotóxicos, os fiscais consideram o caso como escravidão – o que não procede. De acordo com a área de fiscalização do Ministério do Trabalho, um caso como esse não configura trabalho análogo ao de escravo".
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