Sakamoto: agora é tarde para o PSDB fingir que nada tem a ver com Temer

"Como garantir a herança da família (MDB), ou seja, apoio de uma grande rede de prefeitos, tempo de rádio e de TV e uma máquina federal à seu dispor, sem precisar beijar o noivo/noiva (Temer) em público é uma mágica que o PSDB vai ter que resolver se quiser unificar a centro-direita", diz o jornalista Leonardo Sakamoto

"Como garantir a herança da família (MDB), ou seja, apoio de uma grande rede de prefeitos, tempo de rádio e de TV e uma máquina federal à seu dispor, sem precisar beijar o noivo/noiva (Temer) em público é uma mágica que o PSDB vai ter que resolver se quiser unificar a centro-direita", diz o jornalista Leonardo Sakamoto
"Como garantir a herança da família (MDB), ou seja, apoio de uma grande rede de prefeitos, tempo de rádio e de TV e uma máquina federal à seu dispor, sem precisar beijar o noivo/noiva (Temer) em público é uma mágica que o PSDB vai ter que resolver se quiser unificar a centro-direita", diz o jornalista Leonardo Sakamoto (Foto: Leonardo Lucena)


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247 - "Compreendo o desejo do ex-governador Geraldo Alckmin de manter uma distância de segurança de Michel Temer, que conta com popularidade semelhante à do barulho do motor da broca do dentista. Aquela mais fininha", diz o jornalista Leonardo Sakamoto. 

"O problema é que agora é tarde para o seu partido fazer de conta que não tem nada a ver com a criança. Em uma analogia livre com o cinema, o Bebê de Rosemary não nasceu de geração espontânea, tem ritual, tem maldição. O conjunto de forças políticas e econômica que deram suporte à substituição de Dilma Rousseff para Michel Temer contavam com seus interesses e se articularam para tanto", complementa.

De acordo com o blogueiro, "a agenda principal do PSDB nunca foi Temer, o homem, a bem da verdade". "Mas os líderes do partido queriam aproveitar a janela de oportunidade a fim de aprovar as reformas liberalizantes – essas sim pautas tucanas", continua. "Aécio 'Tem que ser um que a gente mata antes' Neves à frente – foi a parteira da criatura ao não reconhecer a derrota eleitoral de 2014 e a capitanear uma queda forçada do governo anterior. Cassar a chapa pelo uso de caixa 2 eleitoral teria sido menos forçado que pela emissão de créditos suplementares/pedaladas fiscais", diz.

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"Como garantir a herança da família (MDB), ou seja, apoio de uma grande rede de prefeitos, tempo de rádio e de TV e uma máquina federal à seu dispor, sem precisar beijar o noivo/noiva (Temer) em público é uma mágica que o PSDB vai ter que resolver se quiser unificar a centro-direita".

Leia a íntegra no Blog do Sakamoto

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