Safatle: Congresso remete o Brasil à Idade Média

Filósofo Vladimir Safatle critica a proposta de redução da maioridade penal que avança no Congresso: “Na verdade, ela é apenas a expressão de um forte sentimento social de vingança e de tentativa desesperada de materializar uma sensação difusa de insegurança que anima setores da sociedade civil”; segundo ele, as duas Casas, comandadas por Renan Calheiros e por Eduardo Cunha (ambos do PMDB), “lutam desesperadamente para ganhar alguma popularidade em uma situação de descrédito completo”

Filósofo Vladimir Safatle critica a proposta de redução da maioridade penal que avança no Congresso: “Na verdade, ela é apenas a expressão de um forte sentimento social de vingança e de tentativa desesperada de materializar uma sensação difusa de insegurança que anima setores da sociedade civil”; segundo ele, as duas Casas, comandadas por Renan Calheiros e por Eduardo Cunha (ambos do PMDB), “lutam desesperadamente para ganhar alguma popularidade em uma situação de descrédito completo”
Filósofo Vladimir Safatle critica a proposta de redução da maioridade penal que avança no Congresso: “Na verdade, ela é apenas a expressão de um forte sentimento social de vingança e de tentativa desesperada de materializar uma sensação difusa de insegurança que anima setores da sociedade civil”; segundo ele, as duas Casas, comandadas por Renan Calheiros e por Eduardo Cunha (ambos do PMDB), “lutam desesperadamente para ganhar alguma popularidade em uma situação de descrédito completo” (Foto: Roberta Namour)


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247 – Para o filósofo Vladimir Safatle, a proposta de redução da maioridade penal que avança no Congresso remete o Brasil à Idade Média: “Na verdade, ela é apenas a expressão de um forte sentimento social de vingança e de tentativa desesperada de materializar uma sensação difusa de insegurança que anima setores da sociedade civil”.

Segundo ele, as duas Casas, comandadas por Renan Calheiros e por Eduardo Cunha (ambos do PMDB), “lutam desesperadamente para ganhar alguma popularidade em uma situação de descrédito completo”.

‘Se realmente estivessem (interessados em combater a violência), estariam a punir banqueiros que lavam dinheiro do tráfico, policiais que agem como bandidos alimentando um forte sentimento de revolta social, a lutar contra a extrema vulnerabilidade e invisibilidade dos que moram nas periferias’ (leia mais).

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