Rovai: Bolsonaro não está politicamente morto e mantém estratégia criminosa

"O pior para o Bolsonarismo era ver seu líder conciliando com políticos que consideram tradicionais, mesmo que isso venha a exigir enormes sacrifícios do país", considerou o jornalista Renato Rovai

(Foto: Esq.: Brasil 247 / Dir.: Carolina Antunes - PR)


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247 - O jornalista Renato Rovai, da Revista Forum, avalia que a estratégia criminosa de Bolsonaro de estimular carreatas e protestos de comerciantes, caminhoneiros, motoristas de Uber e autônomos contra a quarentena do Coronavírus é para manter o protagonismo político de sua milícias.

"A despeito de ser uma ação irresponsável e grotesca, ela lhe mantém com protagonismo político e sua base coesa. O pior para o Bolsonarismo era ver seu líder conciliando com políticos que consideram tradicionais, mesmo que isso venha a exigir enormes sacrifícios do país", considerou o jornalista em seu programa "Fala Rovai".

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"Se o Coronavírus for controlado, Bolsonaro vai dizer que ele tinha razão. Que os custos econômicos foram muito grandes e desnecessários. Se não for controlado, vai dizer que o desespero é que levou a isso. Em qualquer hipótese ele mantém sua base viva", acrescenta.

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