Roberto Giannetti mencionou repasse de dinheiro vivo em e-mail

O MPF (Ministério Público Federal) acrescentou ao material da operação Zelotes uma mensagem eletrônica do economista Roberto Giannetti da Fonseca em que ele menciona entregas de valores em espécie ao advogado Vladimir Spíndola; a mensagem foi enviada por Giannetti da Fonseca a Spíndola e seu contexto é de uma troca de favores entre os dois: o advogado cobrava do economista pagamentos relacionados a siderúrgica Paranapanema, antiga Caraíba

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247 - O MPF (Ministério Público Federal) acrescentou ao material da operação Zelotes uma mensagem eletrônica do economista Roberto Giannetti da Fonseca - coordenador da candidatura de João Doria (PSDB) recém desligado da campanha - em que ele menciona entregas de valores em espécie ao advogado Vladimir Spíndola. A mensagem foi enviada por Giannetti da Fonseca a Spíndola e seu contexto é de uma troca de favores entre os dois: o advogado cobrava do economista pagamentos relacionados a siderúrgica Paranapanema, antiga Caraíba.

"Filho de Lytha Spíndola, ex-assessora da Casa Civil no governo Dilma Rousseff (PT), o advogado Vladimir Spíndola é considerado um dos principais intermediários entre empresas e conselheiros do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf) que vendia influência sobre o julgamentos na corte tributária. O advogado já foi alvo de outras fases da Zelotes e foi denunciado por tráfico de influência e corrupção. Assim como Spíndola, Giannetti da Fonseca e a Paranapanema foram alvos na quinta-feira, 26, da 10.ª fase da operação Zelotes. O economista deixou a coordenação do plano de governo de João Dória ao governo de São Paulo após ser alvo da operação. 

O economista e o advogado são suspeitos de atuar em favor da Paranapanema em um processo julgado, em 2014, no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf). A atuação deles, diz o MPF, resultou na anulação de uma dívida tributária da siderúrgica de R$ 650 milhões, em valores atualizados. A empresa repassou R$ 8 milhões para a empresa do economista, a Kaduna Consultoria. Do total repassado, narram os procuradores, cerca R$ 2,3 milhões ficaram com Giannetti da Fonseca e o restante foi encaminhado para um escritório de advocacia e para uma consultoria que tem Vladimir Spíndola como sócio. O escritório e a consultoria de Spíndola foram responsáveis, segundo os investigadores, por remeter parte dos valores para quatro conselheiros do Carf que votaram a favor da Paranapanema."

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