Ricardo Melo condena fanatismo: cristão ou islâmico

Auto intitulado ateu, colunista diz que a história registra à exaustão a aliança espúria entre religiosos e um sistema que privilegia desigualdade e opressão; cita Bin Laden que teve o apoio da CIA. Hitler, Mussolini com a complacência do Vaticano; e Binyamin Netanyahu na manifestação de Paris 

Auto intitulado ateu, colunista diz que a história registra à exaustão a aliança espúria entre religiosos e um sistema que privilegia desigualdade e opressão; cita Bin Laden que teve o apoio da CIA. Hitler, Mussolini com a complacência do Vaticano; e Binyamin Netanyahu na manifestação de Paris 
Auto intitulado ateu, colunista diz que a história registra à exaustão a aliança espúria entre religiosos e um sistema que privilegia desigualdade e opressão; cita Bin Laden que teve o apoio da CIA. Hitler, Mussolini com a complacência do Vaticano; e Binyamin Netanyahu na manifestação de Paris  (Foto: Roberta Namour)


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247 – Diante do atentado contra o jornal francês Charlie Hebdo, conhecido por suas charges contra o profeta Maomé e a lei islâmica, o colunista Ricardo Melo condena o fanatismo religioso; cristão ou islâmico.

Auto intitulado ateu, ele diz que a história registra à exaustão a aliança espúria entre religiosos e um sistema que privilegia desigualdade e opressão.

‘O Estado Islâmico foi armado até os dentes por nações "democráticas". Bin Laden e sua seita de fanáticos receberam durante muito tempo o apoio da CIA. Hitler, Mussolini e sua gangue mereceram a complacência do Vaticano em momentos cruciais. Binyamin Netanyahu, o algoz dos palestinos e carrasco da Faixa de Gaza, posou de humanitário numa manifestação em Paris contra o "terror"’ (leia aqui). 

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