‘Renúncia não pode depender de barganha’

Para o colunista Jorge Bastos Moreno, proposta de tucanos para que Eduardo Cunha renuncie, a fim de preservar seu mandato, é "indecente para a imagem do Congresso"; "Tratam a saída de Cunha como se ela fosse uma concessão, oferecendo-lhe a contrapartida de fugir do julgamento de seus pares, desprezando com isso todo um cuidadoso trabalho investigativo da Polícia Federal, do Ministério Público e, agora, do próprio Supremo Tribunal Federal", diz o jornalista

Para o colunista Jorge Bastos Moreno, proposta de tucanos para que Eduardo Cunha renuncie, a fim de preservar seu mandato, é "indecente para a imagem do Congresso"; "Tratam a saída de Cunha como se ela fosse uma concessão, oferecendo-lhe a contrapartida de fugir do julgamento de seus pares, desprezando com isso todo um cuidadoso trabalho investigativo da Polícia Federal, do Ministério Público e, agora, do próprio Supremo Tribunal Federal", diz o jornalista
Para o colunista Jorge Bastos Moreno, proposta de tucanos para que Eduardo Cunha renuncie, a fim de preservar seu mandato, é "indecente para a imagem do Congresso"; "Tratam a saída de Cunha como se ela fosse uma concessão, oferecendo-lhe a contrapartida de fugir do julgamento de seus pares, desprezando com isso todo um cuidadoso trabalho investigativo da Polícia Federal, do Ministério Público e, agora, do próprio Supremo Tribunal Federal", diz o jornalista (Foto: Gisele Federicce)


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247 – A proposta do PSDB para que o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), renuncie a fim de preservar seu mandato, diante de denúncias de corrupção envolvendo seu nome, é "indecente", opina o colunista Jorge Bastos Moreno, do Globo. Renúncia não pode depender de "barganha", diz ele.

"A proposta é boa para o deputado, que a esta altura, pela contundência das provas, já perdeu o benefício da dúvida. Mas indecente para a imagem do Congresso, por tratar-se, sem rodeio, de uma tentativa de conchavo. Renúncia é ato unilateral que não depende de barganha", escreve Moreno.

"Tratam a saída de Cunha como se ela fosse uma concessão, oferecendo-lhe a contrapartida de fugir do julgamento de seus pares, desprezando com isso todo um cuidadoso trabalho investigativo da Polícia Federal, do Ministério Público e, agora, do próprio Supremo Tribunal Federal", acrescenta.

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