Reinaldo Azevedo: veto a Mozart é mais retrocesso

O jornalista Reinaldo Azevedo afirma que o veto ao nome de Mozart Neves Ramos para o Ministério da Educação sinaliza mais um retrocesso na vida política do brasileiro; ele diz: "quem é que, tendo a chance de ter um Mozart na Educação corre o risco de nomear um Pestana? Resposta: Jair Bolsonaro, presidente eleito. Se você não conhece, leia o conto 'Um Homem Célebre', de Machado de Assis"

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247 - O jornalista Reinaldo Azevedo afirma que o veto ao nome de Mozart Neves Ramos para o Ministério da Educação sinaliza mais um retrocesso na vida política do brasileiro. Ele diz: "quem é que, tendo a chance de ter um Mozart na Educação corre o risco de nomear um Pestana? Resposta: Jair Bolsonaro, presidente eleito. Se você não conhece, leia o conto 'Um Homem Célebre', de Machado de Assis."

Em artigo publicado no jornal Folha de S. Paulo, Azevedo destaca que "todos acompanhamos o que se deu com o nome do excelente Mozart Neves Ramos, diretor do Instituto Ayrton Senna, cotado para assumir o Ministério da Educação no governo de Jair Bolsonaro. Anunciada a provável indicação, o professor passou a ser alvo da guerrilha na internet e na imprensa promovida pela bancada evangélica e por setores da extrema direita, que exigem na pasta alguém identificado com o movimento Escola sem Partido e com o combate à chamada 'ideologia de gênero'."

E acrescenta: "numa área tendente a conflagrações ideológicas, contam a seu favor a capacidade técnica e recursos intelectuais para dialogar com as várias correntes de pensamento e militância que nela se engalfinham. Mas isso não serve. O que se quer, como fica a cada dia mais evidente, é uma 'Escola com Partido'."

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