Reforma previdenciária de Armínio Fraga recebe críticas de general Mourão
O vice-presidente eleito, General Mourão, criticou a reforma da previdência proposta por Armínio Fraga, entregue à equipe de Jair Bolsonaro; ele soube dos pontos que afetariam os militares pela imprensa e disse: "esse troço não funciona"; o 'troço' tem a ver com os integrantes das Forças Armadas se aposentarem mais cedo, aos 45 anos. Ele diz: "com 45 anos [o militar] nem chegou a coronel. Como vai mandá-lo para casa?"
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247 - O vice-presidente eleito, General Mourão, criticou a reforma da previdência proposta por Armínio Fraga, entregue à equipe de Jair Bolsonaro. Ele soube dos pontos que afetariam os militares pela imprensa e disse: "esse troço não funciona". O 'troço' tem a ver com os integrantes das Forças Armadas se aposentarem mais cedo, aos 45 anos. Ele diz: "com 45 anos [o militar] nem chegou a coronel. Como vai mandá-lo para casa?".
A reportagem do jornal Folha de S. Paulo destaca que "a ideia posta à mesa por representantes das Forças Armadas desde 2016, quando a reforma da previdência passou a ser discutida, é outra: aumentar o tempo de permanência de seus membros na ativa, de 30 para 35 anos".
E acrescenta: "assim, menos gente entra na carreira, gerando economia. 'E simbolicamente ficamos mais próximos [dos civis, que pela proposta hoje no Congresso se aposentariam aos 65]', diz Mourão".
Segundo o jornal, na visão de Mourão "além disso, as pensionistas passariam a pagar contribuição para o sistema de aposentadoria, o que hoje não ocorre. Em compensação, os militares continuariam a receber o salário integral depois de passarem para a reserva".
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